Preocupados com o último acontecimento com o rompimento da barragem na cidade de Brumadinho-MG, comunitários da vila Muirapinima no último dia 28 de fevereiro do ano corrente visitam a base da mineradora alcoa no município de Juruti, a equipe contava com lideres de igrejas católica, evangélica e estudantes, início foi com uma apresentação da empresa que disse que tem responsabilidade e compromisso com as pessoas e o meio ambiente, em meio a apresentação surgiu vários questionamentos como: qual o risco das bacias de rejeitos se romperem? se alcoa já tinha entrado com algum projeto dentro do PAE JURUTI - VELHO? a resposta foi que sim mais por algum motivo foram impedidos de executar os projetos e hoje a maior participação é através da agenda positiva diz o diretor institucional Rogério Ribas, respondeu também como a negociação do pagamento do perdas e danos que a empresa depositará para a fundação Juruti - Velho. Comunitários sugeriram a alcoa uma possível parceria com o SENAI para criar uma extensão de sala de cursos na Vila Muirapinima dando oportunidades aos jovens da região, feito um desafio por um estudante de fazer a escola do ensino médio utilizando um projeto já existente dentro da alcoa sobre os tijolos feito com o barro que é lavado o minério e também sobre uma possível influência de uma torre de celular para atender a região dentre outros e foram entregue requerimento para a empresa
A equipe fez uma exploração de campo onde foi visitadas três bacias e a área de reflorestamento.
O início da operação do minério foi em 2009, onde 75% da produção vai para o Maranhão e 25% vai para a China. Área desmatada atualmente é 1.400 hectares, área plantada 700 hectares , a produção é de 6 milhões por ano no total a alcoa deverá produzir 700 milhões de toneladas de minério dividos em varias areas, a extração de minério dentro do PAE JURUTI-VELHO vai até final de 2021, depois Capiranga central 8 anos, São Francisco 30 anos, Mauari 10 anos e Mutum 25 anos.