sexta-feira, 9 de julho de 2021

Histórias de inclusão e diversidade são retratadas por colaboradores da Alcoa.

 

DIVERSIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

 

Presidente da Associação de Mulheres Trabalhadoras de Juruti, Dinanci Toscano. Foto: Instituto Alcoa

 

Para uma empresa se destacar no mercado não basta oferecer aos consumidores produtos e serviços de qualidade, ter uma marca forte passa pela responsabilidade social das organizações, abrangendo questões referentes à diversidade, por exemplo. É possível abordar diversidade e inclusão não só por meio de palestras, pensando nisso, a Alcoa convidou colaboradores voluntários em Juruti, no Pará, Poços de Caldas, em Minas Gerais, São Luís, capital do Maranhão e São Paulo para que escutassem histórias de vida de pessoas que tenham relação com projetos e programas comunitários desenvolvidos pela companhia e o Instituto Alcoa nessas localidades.

Cada voluntário ouviu a história de um participante e, a partir dessa troca, escolheu uma frase ou momento da conversa online que mais representou essa pessoa. O conteúdo foi transformado em cartazes com as fotos dos (as) participantes e foram compartilhados com colaboradores e comunidades, com o intuito de criar um grande mural de histórias, que marcou a Semana de Inclusão & Diversidade, realizada no último mês de fevereiro.

A ação, realizada em parceria com a Atados, teve como objetivo abordar temas como equidade de gênero, questão étnico-racial, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, a partir da escuta ativa de histórias de vida.

Para Ana Boas, Talent Partner e Líder de Inclusão & Diversidade Alcoa Brasil, a iniciativa a iniciativa mostra que muitas empresas estão compreendendo sua responsabilidade e o impacto social que podem gerar nas comunidades e, principalmente, entre os colaboradores.

“Sabemos que construir um ambiente de trabalho respeitoso e inclusivo vai repercutir nas famílias e na sociedade de forma geral, pois as pessoas levam isso para suas vidas pessoais. A Alcoa entende que este momento também é de extrema importância para fortalecer essa diretriz e esse aspecto na nossa cultura”, argumenta.

 

Sandra Andrade, representante da Associação Folclórica da Tribo Muirapinima. Foto: Instituto Alcoa

 

Histórias

 

Foram 38 histórias contadas e mais de 100 horas de engajamento e escuta de voluntários e comunitários.

“Gostei muito de poder ouvir pessoas com histórias de vida inspiradoras e dar visibilidade a elas. Foi uma forma maravilhosa de incentivá-las ainda mais. Eu acredito nisso. Além de ter me causado reflexões positivas de desconstrução e construção de formas de ver o mundo”, afirma um dos voluntários Alcoa.

“Para mim, esse tipo de interação/ação é muito envolvente. Tive a oportunidade de ser repórter por um dia e contar histórias que podem ajudar e muito na vida das pessoas. Foi mágico. Adorei a oportunidade de me conectar como voluntário”, argumenta um dos colaboradores que puderam participar da escuta ativa.

Dinanci Toscano, Sandra Andrade e Bárbara Espínola são três mulheres de Juruti, município localizado no oeste do Pará, cujas histórias foram retratadas nos murais. Dinanci é presidente da Associação de Mulheres Trabalhadoras de Juruti (AMTJUR); Sandra faz parte da Associação Folclórica da Tribo Muirapinima e Bárbara é secretária do Instituto Juruti Sustentável.

São três mulheres que ocupam diferentes espaços na sociedade jurutiense, mas juntas combatem as desigualdades de gênero na defesa de uma sociedade mais justa e igualitária.



Bárbara Espínola, representante do Instituto Juruti Sustentável (IJUS). Foto: Instituto Alcoa

quinta-feira, 1 de julho de 2021

VEREADORA VALCINETE NUNES FAZ VÁRIAS INDICAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OS DISTRITOS DE JURUTI.

 
A vereadora Valcinete Nunes (PSDB), apresentou na sessão ordinária da última, quarta-feira (30), preposições para o Distrito Muirapinima, Castanhal e Tabatinga.

Por meio da Indicação n° 033/21, solicitou a implantação de internet wifi livre e gratuita na Vila Muirapinima, Ilha do Valha-me-Deus e Ilha do Chaves;

Na Indicação n° 034/21, solicitou a construção de 10 lombadas nas vias públicas da Vila Muirapinima, em locais estratégicos;

Para a Comunidade São Mateus, solicitou (Indicação n° 035/21) a construção de praça com um parque infantil e arborização;

Na Indicação n° 036/21, a parlamentar solicitou a abertura de 1 km de estrada para a Comunidade São Mateus até a Comunidade do Açaí;

Para os Distritos da Vila Muirapinima, Tabatinga e Castanhal, solicitou (Indicação n° 037/21), iluminação e a instalação de alambrado nos campos de futebol.

Suas proposições foram todas aprovadas.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Covid-19: Alcoa apoia vacinação realizada pela Prefeitura na zona rural de Juruti.

O apoio de empresas ao Poder Público tem garantido celeridade à vacinação contra a Covid-19 em um país com proporções continentais, como é o caso do Brasil. Em Juruti, município da região Oeste do Pará não é diferente. Para agilizar o processo de vacinação na zona rural, a Alcoa tem apoiado a Prefeitura para facilitar a logística, contribuindo para que a vacina chegue mais rápido a todos os moradores.
 
“A Alcoa tem sido de grande importância na luta contra a pandemia, pois desde o início tem nos apoiado no transporte aéreo das vacinas. Tivemos a grata notícia da disponibilidade de uma lancha e um carro, necessários para a operacionalização da campanha de imunização. Esse apoio da empresa é importantíssimo são necessários para alcançarmos o objetivo de vacinar todos os nossos cidadãos”, explica o coordenador da Vigilância Sanitária, Jorge Miguel Reyes Ferrer.
 
De acordo com o órgão, a campanha de vacinação encontra-se na 4ª fase. Já foram imunizados os grupos de idosos, de todas as faixas etárias, pessoas com comorbidades, trabalhadores da educação do ensino básico e médio, da segurança pública e neste momento estão sendo contempladas grávidas com comorbidades e a população em geral na faixa etária de 50 a 59 anos.
 
A Prefeitura de Juruti, Lucídia Batista, agradeceu a parceria da Alcoa com o município. “Por intermédio do dr. Jorge, da equipe de Vigilância Sanitária, vamos dar andamento a todo o nosso processo de imunização. É uma alegria imensa compartilhar esse importante momento”, reitera.
 
A superintendente de Relações Comunitárias da Alcoa, Thalita Lucena, afirma que nesse momento a união de todos os setores da sociedade é importante para que mais pessoas possam receber a vacinação.
 
“A exemplo de grande parte dos municípios da Amazônia, uma extensa parte da população de Juruti reside em comunidades da zona rural, na maioria das vezes em locais de difícil acesso ao Poder Público. O apoio logístico da empresa contribui para que os profissionais de saúde possam acessar essas localidades, levando as vacinas e, consequentemente, protegendo o maior número de pessoas contra a Covid-19, permitindo que muito em breve Juruti possa voltar à normalidade”, destaca Thalita.
 
 

terça-feira, 22 de junho de 2021

Juruti comemora um ano do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres


Um dos grandes desafios da sociedade é conectar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, social e ambiental. Com um olhar para o futuro das próximas gerações, a Alcoa trabalha com um modelo de mineração integrada à comunidade, por isso há um ano, a empresa mantém um Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), que integra um moderno sistema de gestão e conservação da fauna na área de operação e contribui para estabelecer um legado sustentável da Companhia à população jurutiense.

O CRAS é uma unidade especializada para o atendimento e recuperação de animais silvestres de pequeno, médio e grande porte. Ele conta com uma estrutura completa que dispõe de centro cirúrgico e área para tratamento neonatal.

Nesse primeiro ano, foram atendidos 492 animais, entre aves, répteis, mamíferos e anfíbios. “Temos uma ocorrência maior de atendimento aos répteis, devido a sua distribuição. Atendemos animais oriundos da área de lavra, de beneficiamento e animais que são vítimas de atropelamento tanto na rodovia, quanto na ferrovia. Os répteis sempre estão à frente devido ao hábito em se aquecer em locais onde há grande movimentação de veículos”, explica a médica veterinária Rafaelle Santos, responsável pelo gerenciamento da unidade.

Para realizar um atendimento qualificado, a estrutura da unidade consiste em: sala de registro e controle, sala de higienização geral, ambulatório para triagem, centro cirúrgico, para realização de procedimentos de baixa e média complexidade, farmácia, 12 recintos, sala de nutrição, sala de necrópsia uma ambiente específico sob cuidados especiais, destinada aos animais, que, por exemplo, precisam receber medicação com maior frequência ou que necessitam ser manipulados.

“Temos uma equipe de oito colaboradores, sendo quatro médicas veterinárias e quatro auxiliares. São duas pessoas por turno e funcionamos 24 horas”, ressalta Rafaelle Santos.

Parceria com universidades
Além de cuidar dos atendimentos, o CRAS desenvolve parcerias com universidades para pesquisas científicas. “Essa parceria surgiu da necessidade que as universidades possuem de conhecer a população faunística local. Cada mesorregião possui suas particularidades, então as instituições de ensino superior e pesquisa fazem parcerias com empresas que executam esse tipo de atividade, com resgate de fauna para receber esses animais. Temos parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)”, informa a veterinária.

A partir de triagem, que considera as condições anatômicas dos animais que chegam ao CRAS sem vida, a equipe define os critérios para realizar o processo de cessão às universidades para fins científicos.

A UFOPA, por exemplo, manifestou interesse em receber répteis e anfíbios. Os outros grupos faunísticos são destinados à UFRA. Assim que chegam, esses animais são incorporados ao museu de zoologia da instituição e passam a fazer parte do acervo de tombamento científico, para a realização de estudos anatômicos, estudos fisiológicos e de necropsia.

“Esse procedimento permite que informações desses animais sejam incorporadas às publicações científicas dos pesquisadores. Eles ficam disponíveis para qualquer pesquisador que tenha interesse em acessar esses animais”, finaliza Rafaelle.

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