quinta-feira, 1 de julho de 2021

VEREADORA VALCINETE NUNES FAZ VÁRIAS INDICAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OS DISTRITOS DE JURUTI.

 
A vereadora Valcinete Nunes (PSDB), apresentou na sessão ordinária da última, quarta-feira (30), preposições para o Distrito Muirapinima, Castanhal e Tabatinga.

Por meio da Indicação n° 033/21, solicitou a implantação de internet wifi livre e gratuita na Vila Muirapinima, Ilha do Valha-me-Deus e Ilha do Chaves;

Na Indicação n° 034/21, solicitou a construção de 10 lombadas nas vias públicas da Vila Muirapinima, em locais estratégicos;

Para a Comunidade São Mateus, solicitou (Indicação n° 035/21) a construção de praça com um parque infantil e arborização;

Na Indicação n° 036/21, a parlamentar solicitou a abertura de 1 km de estrada para a Comunidade São Mateus até a Comunidade do Açaí;

Para os Distritos da Vila Muirapinima, Tabatinga e Castanhal, solicitou (Indicação n° 037/21), iluminação e a instalação de alambrado nos campos de futebol.

Suas proposições foram todas aprovadas.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Covid-19: Alcoa apoia vacinação realizada pela Prefeitura na zona rural de Juruti.

O apoio de empresas ao Poder Público tem garantido celeridade à vacinação contra a Covid-19 em um país com proporções continentais, como é o caso do Brasil. Em Juruti, município da região Oeste do Pará não é diferente. Para agilizar o processo de vacinação na zona rural, a Alcoa tem apoiado a Prefeitura para facilitar a logística, contribuindo para que a vacina chegue mais rápido a todos os moradores.
 
“A Alcoa tem sido de grande importância na luta contra a pandemia, pois desde o início tem nos apoiado no transporte aéreo das vacinas. Tivemos a grata notícia da disponibilidade de uma lancha e um carro, necessários para a operacionalização da campanha de imunização. Esse apoio da empresa é importantíssimo são necessários para alcançarmos o objetivo de vacinar todos os nossos cidadãos”, explica o coordenador da Vigilância Sanitária, Jorge Miguel Reyes Ferrer.
 
De acordo com o órgão, a campanha de vacinação encontra-se na 4ª fase. Já foram imunizados os grupos de idosos, de todas as faixas etárias, pessoas com comorbidades, trabalhadores da educação do ensino básico e médio, da segurança pública e neste momento estão sendo contempladas grávidas com comorbidades e a população em geral na faixa etária de 50 a 59 anos.
 
A Prefeitura de Juruti, Lucídia Batista, agradeceu a parceria da Alcoa com o município. “Por intermédio do dr. Jorge, da equipe de Vigilância Sanitária, vamos dar andamento a todo o nosso processo de imunização. É uma alegria imensa compartilhar esse importante momento”, reitera.
 
A superintendente de Relações Comunitárias da Alcoa, Thalita Lucena, afirma que nesse momento a união de todos os setores da sociedade é importante para que mais pessoas possam receber a vacinação.
 
“A exemplo de grande parte dos municípios da Amazônia, uma extensa parte da população de Juruti reside em comunidades da zona rural, na maioria das vezes em locais de difícil acesso ao Poder Público. O apoio logístico da empresa contribui para que os profissionais de saúde possam acessar essas localidades, levando as vacinas e, consequentemente, protegendo o maior número de pessoas contra a Covid-19, permitindo que muito em breve Juruti possa voltar à normalidade”, destaca Thalita.
 
 

terça-feira, 22 de junho de 2021

Juruti comemora um ano do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres


Um dos grandes desafios da sociedade é conectar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, social e ambiental. Com um olhar para o futuro das próximas gerações, a Alcoa trabalha com um modelo de mineração integrada à comunidade, por isso há um ano, a empresa mantém um Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), que integra um moderno sistema de gestão e conservação da fauna na área de operação e contribui para estabelecer um legado sustentável da Companhia à população jurutiense.

O CRAS é uma unidade especializada para o atendimento e recuperação de animais silvestres de pequeno, médio e grande porte. Ele conta com uma estrutura completa que dispõe de centro cirúrgico e área para tratamento neonatal.

Nesse primeiro ano, foram atendidos 492 animais, entre aves, répteis, mamíferos e anfíbios. “Temos uma ocorrência maior de atendimento aos répteis, devido a sua distribuição. Atendemos animais oriundos da área de lavra, de beneficiamento e animais que são vítimas de atropelamento tanto na rodovia, quanto na ferrovia. Os répteis sempre estão à frente devido ao hábito em se aquecer em locais onde há grande movimentação de veículos”, explica a médica veterinária Rafaelle Santos, responsável pelo gerenciamento da unidade.

Para realizar um atendimento qualificado, a estrutura da unidade consiste em: sala de registro e controle, sala de higienização geral, ambulatório para triagem, centro cirúrgico, para realização de procedimentos de baixa e média complexidade, farmácia, 12 recintos, sala de nutrição, sala de necrópsia uma ambiente específico sob cuidados especiais, destinada aos animais, que, por exemplo, precisam receber medicação com maior frequência ou que necessitam ser manipulados.

“Temos uma equipe de oito colaboradores, sendo quatro médicas veterinárias e quatro auxiliares. São duas pessoas por turno e funcionamos 24 horas”, ressalta Rafaelle Santos.

Parceria com universidades
Além de cuidar dos atendimentos, o CRAS desenvolve parcerias com universidades para pesquisas científicas. “Essa parceria surgiu da necessidade que as universidades possuem de conhecer a população faunística local. Cada mesorregião possui suas particularidades, então as instituições de ensino superior e pesquisa fazem parcerias com empresas que executam esse tipo de atividade, com resgate de fauna para receber esses animais. Temos parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)”, informa a veterinária.

A partir de triagem, que considera as condições anatômicas dos animais que chegam ao CRAS sem vida, a equipe define os critérios para realizar o processo de cessão às universidades para fins científicos.

A UFOPA, por exemplo, manifestou interesse em receber répteis e anfíbios. Os outros grupos faunísticos são destinados à UFRA. Assim que chegam, esses animais são incorporados ao museu de zoologia da instituição e passam a fazer parte do acervo de tombamento científico, para a realização de estudos anatômicos, estudos fisiológicos e de necropsia.

“Esse procedimento permite que informações desses animais sejam incorporadas às publicações científicas dos pesquisadores. Eles ficam disponíveis para qualquer pesquisador que tenha interesse em acessar esses animais”, finaliza Rafaelle.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Acorjuve retoma projetos sustentáveis parados há 5 anos.

 Pelo menos cem famílias da região de Juruti Velho vão receber incentivos para a criação de peixes, de galinha e implantação de horta nas suas comunidades.


Foi o que anunciou o presidente da Acorjuve - Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho, Gerdeonor Pereira, em reunião com diretores da associação, realizada nesta quinta, 17, na Comunidade Zé Maria. Na oportunidade, foi apresentado o técnico agrícola – José Augusto Lemos dos Santos – que vai acompanhar e o orientar as famílias.


Levantamento Socioeconômico - no período de 28 de junho a 03 de julho, técnicos da Acorjuve farão um levantamento socioeconômico com as famílias que serão contempladas pelos projetos de geração de renda. Após esse levantamento, elas participarão de um treinamento onde serão repassadas técnicas para a implantação dos projetos.


“Vamos repassar aos comunitários as práticas necessárias para que cada um possa obter um bom resultado em seu empreendimento. Vamos acompanhar esses produtores com o intuito de alavancar a produtividade nessa região”, informou José Augusto.


Movelaria – Estão em fase de conclusão as obras da movelaria que vai fornecer o material para a confecção das gaiolas para a criação de peixes e dos galinheiros. A movelaria está sendo construída em uma área ao lado da sede da Acorjuve.


“A gente tem a plena certeza de que esses projetos vão proporcionar o crescimento da nossa região, melhorando a alimentação das nossas famílias e gerando renda no PAE Juruti Velho”, destacou Abel Silva de Souza, diretor de Pesca da Acorjuve.
A Acorjuve está em processo de aquisição dos pintos, dos alevinos e do material necessário para a construção das gaiolas, dos galinheiros e das hortas.




terça-feira, 15 de junho de 2021

VEREADORA PEDI INSTALAÇÃO DE TORRE DE TELEFÔNIA MÓVEL E IMPLANTAÇÃO DE POSTO DE CORREIOS NA REGIÃO DE JURUTI-VELHO.

A vereadora Valcinete Nunes (PSDB), na sessão desta manhã (15), apresentou 2  indicações a Prefeitura de Juruti que é  de grande  relevância para a região de Juruti Velho, uma delas é  para que a prefeitura  instale uma torre de telefonia móvel na região.

Em sua primeira indicação, a vereadora argumenta que nos dias atuais  a rede de telefonia móvel é imprescindível  que a necessidade é grande, com a instalação irá facilitar a comunicação em toda região.

Na segunda indicação a referida vereadora  pedi a implantação do posto dos Correios na Vila Muirapinima. A nossa região é grande, maior ainda é a necessidade desse serviço, pois além da distância  os comunitários tem dificuldades em se deslocar até a cidade para pegar encomenda nos postos.

Então fica aí o pedido a prefeitura Municipal de Juruti,  ir em busca de parcerias para implantação da torre de telefonia móvel e Correios para região.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Conheça a força da mulher paraense na recuperação de áreas mineradas em Juruti, oeste paraense.

 

Mais de 51 mil árvores já foram replantadas de janeiro a maio de 2021.

Cleide Xavier está há quatro anos trabalhando no replantio de árvores na Alcoa. Foto: Alcoa
 O poder de cuidar da terra foi percebido pela jurutiense Cleide Xavier, 45, desde muito cedo. Era através do plantio de mandioca, abacaxi e outros alimentos que ela mantinha o sustento da casa e dos oitos filhos que criou sozinha com muita luta e dedicação. Há quatro anos, Cleide teve a oportunidade de contribuir com o replantio de árvores em áreas mineradas pela Alcoa, no município de Juruti, oeste paraense.

A experiência com o plantio de alimentos em casa fez com que o plantio de árvores se tornasse um trabalho prazeroso. “Costumo tratar essas árvores como um bebê, onde eu cuido e vejo crescer. As primeiras que plantei, há quatro anos, já estão grandes, e hoje me sinto alegre e bastante satisfeita com o trabalho realizado”, afirma a auxiliar de campo, que com muita garra, destaca que parte da renda familiar vem do replantio na Alcoa.

Nos meses de abril e maio de 2021, mais de 51.754 mil árvores matriz, como castanheiras, massaranduba e Pau D’arco; frutíferas e ornamentais já foram replantadas pelos integrantes das associações parceiras da Alcoa. As ornamentais são doadas ao município de Juruti para que sejam distribuídas para escolas, praças e moradores da região. O período de replantio dura, em média, de quatro a cinco meses, e é realizado uma vez por ano por associações contratadas pela Alcoa. “A cada período, cinco pessoas da nossa associação se mudam para o município de Juruti e ficam até fechar o ciclo. Nesse tempo, a saudade aperta um pouco, porque com a pandemia, nós não podemos ir para a comunidade visitar nossos parentes. É uma segurança tanto para eles quanto para nós”, explica Cleide Xavier, que mantém residência fixa na comunidade Galiléia, há 90 km do centro de Juruti.

Milhares de mudas de árvores passaram pelas mãos da auxiliar de campo Cleide Xavier. Foto: Alcoa
  “É prazeroso aprender sobre o replantio de árvores, ainda mais para nós mulheres que não temos tantas oportunidades no mercado de trabalho no interior do estado. A vida melhorou muito, tanto para mim, quanto para as outras pessoas da associação. Somos filhas de Juruti, filhas da terra, e temos um enorme prazer em contribuir para a recuperação das áreas mineradas”, afirma a auxiliar de campo com muito entusiasmo.

A Associação Aspersange, na qual Cleide faz parte, é uma das responsáveis por produzir, tratar e cuidar das mudas até a hora do plantio, sempre reforçando o respeito, carinho e cuidado com as espécies.

 

Mais de 1.027 hectares já foram reabilitados pela Alcoa em Juruti, desde 2011.

Quantidade equivale a 1.436 campos de futebol com medidas oficiais.

Reabilitação de áreas mineradas conta com o apoio de comunitários e associações. Foto: Alcoa
  Além de minerar, a Alcoa tem um forte compromisso com o meio ambiente. O Programa de Recuperação de Áreas Mineradas da Companhia recuperou mais de 11,4 mil hectares nas três unidades: Juruti-PA, São Luís-MA e Poços de Caldas-MG. O resultado é equivalente ao tamanho de 2.173 campos de futebol com medidas oficiais. Todo o processo de recuperação das áreas mineradas conta com o apoio de 21 comunidades associadas ao projeto.                                                       

Somente em Juruti, desde 2011, já foram reabilitados 1.027 hectares de áreas mineradas, que equivalem a 1.436 campos de futebol com medidas oficiais. Em Poços de Caldas, nesses mais de 40 anos, o programa evoluiu e já recuperou 675,09 hectares e o Consórcio Alumar, em São Luís-MA, desde a sua fundação reabilitou 44 hectares de Áreas de Disposição de Bauxita – ARBs. As ARBs têm por objetivo receber e estocar, de forma adequada e segura, o resíduo proveniente do processo de refinamento da Bauxita, para a produção de alumina na Refinaria. Por isso segue os mais rígidos critérios mundiais de segurança e engenharia ambiental.

Reabilitação de áreas mineradas em Juruti. Foto: Alcoa

 O compromisso da Alcoa com a sustentabilidade trouxe resultados importantes nos últimos onze anos: 461 mil mudas nativas já foram plantadas na restauração de áreas mineradas e 11 mil toneladas de CO2 neutralizadas na operação ferroviária de transporte da bauxita. “As comunidades da região de Juruti Velho produzem, anualmente, em torno de 70 mil mudas de espécies como Castanheira, Itaúba, Massaranduba, Ipê e Angelim. As associações também ficam responsáveis pelo plantio das mudas no processo de reabilitação das áreas mineradas, através de contrato firmado com a Alcoa”, explica a engenheira florestal da Alcoa, Susiele Tavares.

Susiele Tavares – engenheira Florestal da Alcoa. Foto: Arquivo pessoal.

No ano passado, apesar de todos os desafios enfrentados com a pandemia, que obrigou as empresas a readequarem suas rotinas de trabalho para proteger seus colaboradores, o plantio de mudas foi realizado com sucesso. “Em abril, quando a pandemia começou a ficar grave na nossa região, foi preciso encerrar as atividades por questões de segurança das equipes. No entanto, conseguimos um bom resultado, visto que estávamos realizando o plantio desde janeiro do mesmo ano”, destaca engenheira florestal.                      

Em 2021, o a reabilitação de áreas foi retomada, seguido todos os protocolos de segurança exigidas pelos órgãos de saúde. Todos os comunitários que integram o programa utilizam equipamentos de proteção individual – EPIs, e ficam alojados em Juruti durante o período de plantio. Apenas no final do ciclo eles retornam para suas comunidades, de forma que garantem a segurança dos familiares que permanecem nos locais.

 “O trabalho de replantio em parceria com as comunidades vem sendo realizado a alguns anos, justamente para que a Alcoa possa remunerar as comunidades e fazer a economia de Juruti possa girar e contribuir com o crescimento do município”, afirma o supervisor de meio ambiente, João Duarte. Em tempos de pandemia, as os trabalhos ficaram mais complicados devido as incertezas que o momento apresentou. João explica que foram realizadas diversas reuniões com as comunidades participantes do projeto de reabilitação de áreas mineradas, para que fossem decididos os métodos necessárias e seguros para que o trabalho continuasse. Ao longo do ano, a parceria segue firme no que diz respeito a produção das mudas que serão plantadas. A reabilitação ocorre sempre no período de chuvas na região do baixo amazonas, para que as mudas possam crescer fortes e saudáveis, sem gerar desperdício da produção.

Alcoa realiza doação de mudas frutíferas e ornamentais para Juruti. Foto: Prefeitura de Juruti
 “Fazemos campanhas ambientais com a Prefeitura Municipal, em parceria com escolas e secretarias, para que as mudas ornamentais sejam doadas aos jurutienses. Na Alcoa, os funcionários podem levar para casa, para o sítio, para onde queiram plantar também”, ressalta João Duarte, ao explicar que a ideia é que o máximo de pessoas em Juruti tenham acesso às mudas cultivadas pela Alcoa.

 

Parceria entre Alcoa e Prefeitura municipal beneficia jurutienses com doação de mudas.

Mudas serão doadas para jurutienses na Semana do Meio Ambiente. Foto: Prefeitura de Juruti

 Uma parceria de sucesso entre a Prefeitura Municipal de Juruti, por meio Secretaria de Meio Ambiente – SEMMA e Alcoa, tem beneficiado diretamente a população de Juruti com a doação de mudas frutíferas e ornamentais. “A secretaria entra em contato com a Alcoa para solicitar a doação de mudas para as ações. Este ano, por conta da pandemia, as doações da Semana do Meio Ambiente serão de uma forma diferente, dentro da própria SEMMA”, afirma a Agente Ambiental do Departamento de Educação Ambiental, Francimara Matos, ao destacar também que a parceria faz parte do calendário anual da prefeitura.

Nas ações da SEMMA em parceria com a Alcoa, todo cidadão jurutiense pode adquirir as mudas de árvores. No entanto, este ano, para participar da ação da Semana do Meio Ambiente, será necessário levar duas garrafas pets e efetuar a troca por uma muda. As garrafas serão doadas para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Juruti, que fará o devido reaproveitamento. As mudas de árvores frutíferas também serão entregues para os moradores da Comunidade Jararaca, que fica a dez minutos do centro de Juruti. No futuro, os frutos das árvores servirão para alimentação de animais silvestres.

 

Um por um: a estratégia para os próximos cinco anos da Alcoa

A Companhia conta com uma estratégia de trabalho para que nos próximos cinco anos seja atingida uma taxa de recuperação de áreas no modelo Um por Um. Isso significa que a cada área aberta para mineração, a mesma quantidade será reabilitada pela Alcoa, em parceria com as comunidades, no menor tempo possível. O projeto prevê que a mineradora não deixe passivos ambientais para serem fechados em um futuro distante.

Assim que a área a ser minerada é decidida, o processo de criação das mudas também é iniciado. O trabalho é realizado fora do período chuvoso, e destaca a preocupação da Alcoa com o futuro. “Isso demonstra o compromisso da mineradora com o meio ambiente e, principalmente, com Juruti e com as comunidades que aqui residem e nos acolheram”, finaliza o supervisor de meio ambiente, João Duarte, que reforça o com cuidado da Alcoa com o meio ambiente.



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