- MAIS UMA VEZ A ASSOCIAÇÃO FICA DEVENDO AOS SÓCIOS BENEFICIÁRIOS. Nos dias 10 e 11 de agosto, aconteceu o repasse do apoio a unidade familiar dos sócios beneficiários da ACORJUVE e pela segunda vez consecutiva, o que era para ser sagrado aconteceu, de novo, faltou recurso, agora em vez de 6, são 8 comunidades, desrespeitando o paracer do Conselho fiscal aprovado na última assembléia geral que aconteceu no dia 10 de Junho de 2017, lembrando que desde de 2013 o conselho fiscal vem fazendo recomendações a direção da entidade, proibindo mexer no repasse sem autorização do Conselho ou da assembléia. O questionamento que é feito nesta ocasião é, se 50% deste recursos que é repassado a associação deve ser depositado em uma conta que só pode ser mexida de 03 em 03 meses, então porque falta este recursos na hora do repasse? O que diz o advogado que na assembléia geral fez questão de repetir várias vezes que defendia o interesse da associação? Os sócios ficaram revoltados com a situação e teve até agressão física contra o diretor que representa o INCRA dentro da entidade. Se este recurso faltou, como a direção explica? Se é que tem uma explicação lógica para isso. Não, não tem uma explicação, no mínimo tem desculpas sem sustentabilidade iguais as que foram dadas por ocasião da assembleia de prestação de contas que ocorreu até agressão verbais e físicas também. Outro questionamento é! : Se o presidente da associação está afastado pelo MPF de mexer nos recursos da entidade, porque ele estava fazendo o repasse no primeiro dia de pagamento, porque no segundo dia o mesmo sumiu? e quem deveria ter feito esse repasse era o diretor de finanças. Não é possível que os sócios continue apoiando estas arbitrariedades numa entidade formada por mais de 4 mil sócios que já foi exemplo de conquista e de enfrentamento.
Um coração missionário A escola Lígia Meireles da Cunha homenageou Gertrude Maria Henndenberger, conhecida como irmã Brunildes, nasceu em Unterfranken na Alemanha no ano de 1940 em plena época da 2ª guerra mundial com 06 anos começou ir à escola e começou se interessar por revistas missionarias e isso a influenciou, lia histórias de missões, decidiu. no ano de 1962 veio para o brasil fez pedagogia e se preparou para ser professora e estudou serviço social ,em 1970 veio para a amazônia até a cidade de juruti e trabalhou no educandário nª sª da saúde, ajudando e ensinando os professores os métodos de alfabetizar começando com o casulos oram confeccionados bastantes materiais como: jogos de montagem com blocos de madeiras.tempo depois irmã brunildes assumiu a construção das caritas para melhorar as moradia do povo de juruti; dando continuidade do trabalho social que se expandiu pelas comunidades, em que visitava levando projetos que pudessem atender os ribeirinhos em ...

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