segunda-feira, 22 de maio de 2023

Prêmio Amazônia de Música divulga os indicados.

A cerimônia de premiação ocorrerá em 6 de junho, no Theatro da Paz. Serão 31 categorias, com o Artista Revelação eleito por voto popular no site do evento.



Após a etapa individual, os curadores do Prêmio Amazônia de Música – Edição Pará, se reuniram, na última quinta-feira, 18, em Belém, no auditório Eneida de Moraes, no Palacete Faciola, para definirem os artistas indicados à premiação, que tem o patrocínio da Equatorial Pará. A divulgação da lista dos finalistas será feita nesta segunda-feira, 22, pelo site www.premioamazoniademusica.com.br, incluindo os três nomes que concorrerão ao Voto Popular para eleger o Artista Revelação.

Foram 300 inscrições e indicações de obras e artistas. Os vencedores, nas 31 categorias, serão conhecidos na cerimônia de premiação que ocorrerá no dia 6 de junho, a partir das 20h, no Theatro da Paz, para convidados, com transmissão ao vivo pela TV Cultura do Pará. A noite promete uma grande celebração com os artistas, além de uma homenagem muito especial à cantora Fafá de Belém. 

De acordo com Michelle Miranda, analista de Sustentabilidade da Equatorial Pará, o estado é rico e diverso em cultura musical e isso será representado nas categorias que serão premiadas no evento.

“O Prêmio Amazônia de Música é um reconhecimento aos artistas da nossa terra. O que o estado produz musicalmente é de alto nível e isso será visto na premiação. A Equatorial é a maior patrocinadora de cultura do estado e não poderia ficar de fora dessa celebração à arte”, destaca Michelle. 

A curadoria do evento conta com profissionais do mercado da música, em diversas das suas vertentes. O coordenador do processo de curadoria é Marcus Preto, jornalista e produtor musical paulista, com trabalhos assinados junto a nomes de peso na música brasileira, como Gal Costa, Tom Zé e Erasmos Carlos, além de participar de diversos outros processos de seleção e curadoria em festivais e outras premiações nacionais. 

Junto a ele, o time vai se completando com Edimilson Santos da Mota e Edgar Augusto, ambos radialistas e conhecedores da música paraense; Jade Guilhon, musicista, compositora, poeta e professora de música; Jazz Mota, artista, publicitária e produtora cultural na área do audiovisual; Jeft Dias, DJ e produtor cultural, criador e diretor de festival e movimento de cultura periférica e amazônica; e Rosalina Melo, que atua no mercado de shows e eventos nacionais de música.

“Encontramos uma diversidade muito grande, boas surpresas. Um prêmio desse fortalece essa identidade cultural e a beleza dessas artes periféricas que rolam por aqui, assim como em outros estados em que rolam premiações que olham para si. É muito importante que se olhe para isso, de ser olhar e que esse prêmio exista, que ele dure muito tempo, pois ele vai revelar para o Brasil e para fora do país, muitos artistas que talvez não fossem olhados com esse mesmo carinho e cuidados que esse prêmio “, diz Marcus Preto.

Idealizado pelo artista Arthur Espíndola, da Oriente Multiproduções, a iniciativa busca valorizar e destacar a diversidade musical da região amazônica, em especial do Pará. O Prêmio Amazônia de Música vem sendo gestado desde 2017 e este ano ganhou conceito e forma para sua realização, com patrocínio da Equatorial Pará via lei Semear, Governo do Estado. A realização é da Oriente Multiproduções e Milk Produções. 

Serviço

Divulgação dos indicados ao Prêmio Amazônia de Música - Edição Pará, nesta segunda-feira, 22 + Votação Popular para Artista Revelação - 22 de maio a 2 de junho. Tudo pelo site premioamazoniademusica.com.br. Acompanhem as novidades pelo perfil @premioamazoniademusica, no Instagram.

sexta-feira, 19 de maio de 2023

Polícia civil promove palestra na Vila Muirapinima sobre combate ao abuso e exploração sexual infantil.

A polícia civil de Juruti Pará realizou nesta  Sexta- feira (19) uma palestra na Emef Miriam Benitah na Vila Muirapinima, abordando um tema de extrema importância: O COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTIL. O evento ocorreu em alusão ao dia 18 de maio, data que marca o dia nacional de combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

A palestra, ministrada pelo delegado da Polícia Civil Dr° Mendonsa Ferreira, teve como objetivo conscientizar os alunos sobre a gravidade do problema e fornecer informações sobre como identificar e denunciar casos de abuso sexual. O encontro pela parte da manhã contou com a participação ativa dos alunos da rede pública, que tiveram a oportunidade de fazer perguntas e compartilhar suas dúvidas.
Durante a apresentação, os palestrantes discutiram os diferentes tipos de abuso e exploração sexual que crianças e adolescentes podem enfrentar, enfatizando a importância de estar atento a sinais de comportamento incomuns e mudanças repentinas de humor ou desempenho escolar. Além disso, foram abordados os recursos disponíveis para denunciar tais crimes e a importância de proteger a vítima e garantir sua segurança.

Durante a tarde contou com a presença da Comunidade em geral onde tiveram orientações sobre furtos, licenças, boletim de ocorrência e outros, na ocasião foi feito ocorrência por conta dos furtos que ultimamente vem acontecendo na região.

A palestra na Emef Miriam Benitah reflete a importância de ações educativas voltadas ao combate ao abuso e exploração sexual infantil. É necessário que as instituições de ensino, juntamente com a Polícia e outros órgãos competentes, unam esforços para conscientizar a população e prevenir esses crimes hediondos contra crianças e adolescentes.

segunda-feira, 15 de maio de 2023

ACORJUVE FAZ REPASSE HÁ 2.282 FAMÍLIAS BENEFICIÁRIAS DO RAUF.

Neste final de semana , a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (ACORJUVE) fez  o repasse trimestral do apoio a Unidade Familiar (RAUF), o repasse que os beneficiários tem direito sobre 50% do 1,5% do resultado da lavra que recebe sobre a  extração de minério feito pela mineradora Alcoa no município de Juruti PA. Sao  2.882 benefíciarios e cada um recebeu R$ 580, 00 ( quinhentos e oitenta  reais), totalizando R$  1.671.560,00 (Um milhão seiscentos e setenta e um mil  quinhentos e sessenta reais) nesse trimestre, que vai movimentar a economia da região. A entidade possue em torno de 5 mil associados.

No Pará, Equatorial executa maior programa de universalização de energia do Brasil e leva luz elétrica, com fonte renovável, às comunidades isoladas da Amazônia.


 
Com a utilização de energia solar, distribuidora fará aproximadamente 21 mil ligações elétricas em municípios do estado do Pará, em 2023.

Desde 2017, a Equatorial Pará, através do programa de universalização de energia com fonte renovável do Governo Federal, realiza ligações elétricas em comunidades remotas do estado, com a utilização de energia solar. Até o final de 2022, quase 15 mil famílias já haviam sido beneficiadas com o projeto. Para 2023, a distribuidora fará aproximadamente 21 mil ligações no estado do Pará. Até o final deste ano, o investimento total na iniciativa será de mais de 1 bilhão de reais. 

 
O primeiro projeto, em caráter piloto do programa iniciou em 2017, na reserva extrativista Verde Para Sempre, na cidade de Porto de Moz, onde foram realizadas 2.334 ligações. Após esse primeiro momento, a escala do projeto aumentou anualmente e, neste ano de 2023, já está contratado ou em execução 21 mil ligações. A meta de universalização de clientes em regiões remotas da Equatorial Pará é de aproximadamente 154 mil ligações elétricas concluídas até 2030, com fonte renovável no estado, o que corresponderá a aproximadamente 600 mil pessoas beneficiadas. 
 

De acordo com Giorgiana Freitas Pinheiro, gerente de Geração da Equatorial Pará, o programa de universalização busca alcançar áreas remotas que nunca tiveram acesso à luz elétrica. Até o final do primeiro semestre de 2023, a iniciativa estará concentrada nos munícipios de Bagre, Oeiras do Pará e Curralinho e no segundo semestre de 2023 nos munícipios de Juruti e Breves. No entanto, ela já passou por outras cidades como Melgaço, Portel, Prainha, Porto de Moz e Tucuruí. 

 
“O foco do projeto é atingir moradores de comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas, assentamentos rurais, residentes em unidades de conservação, escolas e postos de saúde, por exemplo”, explica Giorgiana. 

 
Vale destacar que o diferencial deste projeto é a utilização de uma de energia local, não centralizada e renovável, como é a solar. O sistema é composto por uma estrutura metálica, com placas fotovoltaicas e uma bateria que armazena a energia. Geralmente, as faturas são geradas por trimestre, com um consumo residencial de até 45 kWh, o que dá em torno de R$30 reais por conta, quando a família também já está cadastrada no programa da Tarifa Social. 
 

*Transformação de vida*

 
A concentração de grande parte das primeiras cidades escolhidas para o projeto está na Ilha de Marajó. A região possui localidades com baixos índices de desenvolvimento e é onde se encontra o município de Melgaço, que tem o pior índice de IDH do Brasil, com 0,418. Porém, o projeto deve chegar em quase todos os municípios do estado do Pará. 

 
Com a chegada da luz elétrica, as famílias passam a ter mais qualidade de vida e podem, por exemplo, ter uma geladeira para armazenar alimentos e tomar água gelada, como conta Maria Quaresma, coordenadora da Escola Alberto Filipe, localizada na comunidade da Ilha de Salvação, em Melgaço. 

 
“Até então nós vivíamos no escuro e não tínhamos como conservar a alimentação. As pessoas das casinhas mais humildes também vão estar com esse sonho realizado de poder assistir televisão e ter uma geladeira”, diz. 

 
Além de levar a universalização da energia, através dos Programas de Universalização do Governo Federal, a Equatorial Pará também realiza com seus recursos próprios nessas comunidades palestras e cursos de capacitação profissional para que o público possa desenvolver atividades econômicas. Entre os cursos já ofertados estão o de confecção de biojoias e design de sobrancelhas. Em 2022, por exemplo, essas atividades contaram com a participação de cerca de 580 pessoas. 

 
Para este ano, a intenção da distribuidora de energia é também fazer cursos de informática e alfabetização de adultos, para que as pessoas obtenham a conclusão do segundo grau e possam ser absorvidas como funcionárias na execução da obra, nas áreas de operação e manutenção. 

 
“Junto com a eletrificação, buscamos realizar essas ações que impactam diretamente na realidade das famílias. Quando as pessoas se profissionalizam com os cursos, podem passar a ter uma nova fonte de renda. Além da distribuição de energia, o projeto tem esse pilar social que é capaz de mudar a vida das comunidades”, finaliza Giorgiana Freitas Pinheiro.

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Dia das Mães: Equatorial Pará dá dicas de como escolher os produtos eletrônicos e elétricos.


Distribuidora de energia orienta sobre o que deve ser observado na hora de comprar e usar os aparelhos.

No próximo domingo, 14, é comemorado o Dia das Mães e, em meio a várias opções de presentes, muitas pessoas optam pelos aparelhos eletrônicos e elétricos, desde os utensílios de cozinha e limpeza aos dispositivos portáteis como o smartphone, por exemplo. Por isso, ao escolher novos aparelhos, é importante estar atento à eficiência energética e à segurança desses produtos.

Aparelhos instalados ou usados de maneira incorreta podem causar desperdício de energia elétrica e até provocar acidentes. Portanto escolher bem os aparelhos e saber usá-los é fundamental. Ao comprar um novo equipamento elétrico, por exemplo, é importante observar o selo Procel do produto, pois os avaliados com selo A são mais econômicos e eficientes energeticamente.

Quem pretende comprar smartphones ou tablets, deve sempre lembrar de tirar o carregador da tomada quando não estiver sendo utilizado. Esse consumo, isoladamente, não significa um grande aumento na conta de luz, mas, acumulado com outros eletrônicos, a somatória pode resultar em um gasto de 10% ou mais do custo da fatura de luz mensal.

Segundo Willian Melo, da área de Eficiência Energética da Equatorial Pará, essas dicas são importantes para que o presente não se torne um gasto desnecessário no futuro. “Ter cuidado ao escolher os produtos, ao optar por aqueles que têm selo A, e lembrar de utilizar carregadores somente quando necessários são ações que parecem simples, mas que impactam positivamente na prática de consumo energético eficiente”, destaca William.

Confira outras dicas de segurança e economia:

Prefira produtos com tecnologia LED: esse tipo de aparelho proporciona maior eficiência energética, ajudando a economizar energia e reduzir o impacto ambiental;

Verifique as especificações técnicas: antes de adquirir um produto eletrônico, verifique as especificações técnicas para saber se ele é indicado para as necessidades. Além disso, é importante verificar se o produto possui proteção contra sobrecarga e curto-circuito;

Instale corretamente: para garantir a segurança de todos que residem no local, é importante instalar corretamente o produto eletrônico e evitar sobrecargas na rede elétrica.

terça-feira, 9 de maio de 2023

Programa Qualifica Mais Pará entrega certificados na Vila Muirapinima.

Aconteceu no último domingo dia 07 de maio na sede do Boca Júnior,  a formatura do PROGRAMA QUALIFICA MAIS PARA 2023. No momento 110 jovens participaram e receberam seus certificados profissional da área de ATENDENTE DE FARMÁCIA E DROGARIAS E AUXILIAR ADMINISTRATIVO e mais uma carta de recomendação profissional. Para o coordenador do programa Fabrício Santos “Qualificar jovens e um dos nossos objetivo maior e satisfação, hoje temos o programa em 17 municípios do estado do Pará, e mais de 5000 mil jovens qualificados”. Na cerimônia de entrega de certificados tivemos a participação dos pais e responsáveis dos jovens.

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sexta-feira, 5 de maio de 2023

Alcoa e Acorjuve celebram acordo e famílias do PAE Juruti Velho vão receber R$ 33,9 milhões por instalação da Mina de Bauxita.

A Alcoa World Alumina do Brasil vai repassar R$ 33,9 milhões para as famílias que vivem no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Juruti Velho, em Juruti, no oeste do Pará, referentes às indenizações devidas aos comunitários devido a perdas e danos e ao título de direito de superficiários ou outras origens, advindos da instalação da Mina de Bauxita no período de 2006-2010.  Esse valor é resultado de um estudo técnico, realizado pela Empresa Ecooideia. A medida deve beneficiar 4.060 famílias que vivem na região. 

O acordo foi assinado entre a mineradora e a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (Acorjuve) no dia 27 de abril e o pagamento deve ocorrer em até 90 dias, seguindo recomendação do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), com o reconhecimento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e baseado pelo Índice Geral de Preços do Mercado – IGP-M, feito pela Fundação Getúlio Vargas, que calculou o valor final: R$ 33.986.052,89 (trinta e três milhões, novecentos e oitenta e seis mil, cinquenta e dois reais e oitenta e nove centavos). 

Conforme o acordo, 60% do valor será diretamente para as famílias dos comunitários, por meio de transferência bancária. Outros 20% serão destinados para financiamento de projetos sociais conduzidos pela Acorjuve. Outros 10% devem ser encaminhados para a manutenção e funcionamento da entidade. Os 10% restantes devem resguardar a possibilidade de pagamento de pessoas que foram reconhecidas pelo Incra como beneficiários, mas que não constam na relação inicial.

“É importante para as famílias do PAE Juruti Velho porque vai ajudar no orçamento familiar de mais de 4 mil delas. Já temos uma Assembleia marcada para fazer a divisão desses valores e saber qual valor para cada uma. Estamos preparando a lista dos beneficiários para repassar para a mineradora Alcoa e dar início ao pagamento. Foram 10 anos de espera, mas valeu a pena esperar e lutar. Significa dizer que um povo organizado consegue seus objetivos, o povo do PAE Juruti não abre mão de seus direitos e chegamos neste acordo”, destaca Gerdeonor Pereira, presidente da Acorjuve. 


Para a Alcoa, esse é um momento de celebração, resultado de diálogo, transparência e relacionamento, que geram desenvolvimento e sustentabilidade para Juruti. “Para a Alcoa esse é um marco na história da mineração em Juruti, resultado de diálogo, transparência e bom relacionamento entre empresa e a comunidade. E o melhor de tudo, e quem ganha, é o município de Juruti, com desenvolvimento e injeção de recursos financeiros”, conclui Hélio Lazarim, diretor industrial da Alcoa Juruti.

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