segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Instituto Alcoa aprova mais de R$ 2,1 milhões no Programa de Apoio a Projetos Locais 2022

 


O Programa de Apoio a Projetos Locais é uma das iniciativas do Instituto Alcoa que contribui com o desenvolvimento dos territórios onde a Alcoa está presente. Realizado anualmente, o edital recebe inscrições de projetos desenvolvidos por organizações da sociedade civil e/ou do poder público nas frentes prioritárias do IA: educação (com foco no Ensino Fundamental), geração de trabalho e renda e empreendedorismo.


Monica Espadaro, gerente de projetos do Instituto Alcoa, celebra as parcerias que estão sendo construídas e que têm potencial de beneficiar mais de 3 mil pessoas:


“Com essas parcerias, buscamos gerar impacto e as transformações necessárias para uma sociedade cada vez mais inclusiva e menos desigual. A união de esforços entre sociedade civil, poder público e o investimento social privado é fundamental para o desenvolvimento dos territórios de forma articulada, consistente e perene.”


Confira a seguir todos os projetos selecionados:


Juruti


-Costurando Sonhos, Associação Beneficente Emaús.


-Projeto Multimídia Educacional acessível a todos, Associação de Pais e Mestres em Regime de Convênio Municipal Batista.


-Projeto do auditório: um espaço de viabilização de aprendizagens e práticas sociais, Conselho Escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental Elza Albuquerque de Lima.


-Diversificando a Produção Familiar da Igarapé Açú através do Sistema Integrado de Produção, Cooperativa Agropecuária de Pequenos Produtores Rurais em Juruti – COOPAJ.


-MB Conectada com o futuro, Associação de Pais e Mestres da EMEF Miriam Benitah.


-Projeto Dona's, Instituto Consulado da Mulher.

 

Poços de Caldas


-Minha Escola da TV, Fundação Educativa Andradense.


-Projeto Gepeto – Marcenaria Artesanal na Construção de Brinquedos Pedagógicos, Incubadora Social – Secretaria Municipal de Promoção Social – Prefeitura Municipal de Poços de Caldas.


-Jornada Azulô, Instituto A de Apoio, Educação e Orientação do Espectro Autista

Impulso para o Afroempreendedorismo, Centro Cultural Afro Brasileiro Chico Rei

Rádio Traquinagem, Associação Casa da Ávore

Recicla Vidas 2.0, Cooperativa de Trabalho Regional Sul de Reciclagem e Preservação de Poços de Caldas.

 

Além dos projetos aprovados no Edital 2022, a unidade de Poços de Caldas apoiou o 6º Congresso Nacional de Educação, promovido pela GSC Eventos.


São Luís


-Projeto Arte de Ferro, Centro Artístico Operário Maranhense – CAOM

Fortalecimento Organizacional do STTR de São Luís-MA, Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de São Luís.


-Fortalecimento estrutural e coletivo da Feirinha do Cabral Miranda do município de São Luís-MA, Associação Comunitária dos Moradores da Vila Cabral Miranda

Área de Lazer e Vivência Escolar, Conselho Escolar da UEB Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo.


Inclusão e Diversidade


O Programa de Apoio a Projetos Locais também incentiva o desenvolvimento de iniciativas que auxiliem e estimulem a inclusão de mulheres, grupos étnico-raciais, pessoas com deficiência e do público LGBTQIA+.


Em Poços de Caldas, os projetos “Jornada Azulô”, do Instituto A de Apoio, Educação e Orientação do Espectro Autista e “Impulso para o Afroempreendedorismo”, do Centro Cultural Afro-brasileiro Chico Rei serão impulsionadores do empreendedorismo para pessoas negras e mães de crianças e adolescentes com autismo.


Em Juruti, a segunda edição do Projeto “Dona’s”, do Instituto Consulado da Mulher vai apoiar e empoderar mulheres empreendedoras aportando conhecimentos e recursos para que possam conquistar autonomia, capacidade de gestão e geração de renda.


Sobre o Instituto Alcoa


Fundado em 1990, no Brasil, o Instituto Alcoa é uma entidade sem fins lucrativos, que tem o propósito de transformar coletivamente os territórios em que a Alcoa está presente – Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA) – a fim de torná-los mais inclusivos e menos desiguais.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Escolas do Rio Mamuru realizam desfile cívico histórico no 7 de setembro.


As escolas do Rio Mamuru, localizado no município de Juruti, Pará, realizaram neste 7 de setembro, o primeiro desfile cívico da região, em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil.


O evento aconteceu na Comunidade Monte Carmelo e reuniu três escolas da região: Escola Monte Carmelo, da Comunidade Monte Carmelo, Escola José Almeida da Aldeia Ipiranga e Escola São Lucas, da Comunidade Mirizal.


O desfile cívico teve como tema "Pátria Mãe Gentil: Mamuru Identidade", tópicos que foram trabalhados e discutidos nas escolas da região, a fim de destacar a importância da semana da Pátria e da Independência do Brasil, além do jugo português e o processo de emancipação do bicentenário no cenário internacional.


A solenidade idealizada e organizada por Gláudia Coelho de Souza, professora na Comunidade Mirizal, teve como objetivo reunir e integrar as comunidades daquela região, por meio da realização do desfile cívico, momento que unifica e agrega conhecimentos e ideais entre os povos do Rio Mamuru.


Estiveram ainda, a frente da realização do evento e contribuíram diretamente com a organização, os professores Elizeu Santarém, Rosa Corrêa, João Miranda, Ester Cabral e os demais servidores das escolas envolvidas.


Segundo Gláudia Coelho, o evento visa integrar os povos da região, de modo a aproximar e conectar as comunidades, para destacar e fortalecer sua identidade cultural e étnica e seu sentimento de pertencimento, para que se reconheçam como cidadãos jurutienses, já que o território que antes fazia parte do Estado do Amazonas, hoje é uma região que pertence ao Pará, especificamente de Juruti.

Elizeu Santarém, que auxiliou na coordenação do desfile, afirma que o evento patriótico rompeu barreiras e ecoou na floresta um grito de liberdade do bicentenário, de emancipação, de luta e vitória de um povo aguerrido, que surge com homens e mulheres fortes e valentes.


Ao carregar o tema Pátria Mãe Gentil: Mamuru Identidade, o evento destacou a importância da identidade dos povos do Rio Mamuru, e ressaltou o valor e a magnitude das comunidades da região, além de evidenciar o papel da educação e dos educadores no processo de identificação e pertencimento dessas comunidades.



Pela 2ª vez casulo esperança tem merenda escolar furtada na Vila Muirapinima.


Na madrugada desta quinta-feira feira (8), a unidade educacional  do jardim II Casulo Esperança localizada na Rua Alexandre Rodrigues bairro do Alegre na Vila Muirapinima teve pela vez sua merenda escolar furtada. O outro furto ocorreu na madrugada do dia 14 de junho do ano corrente.

 

“É muita tristeza e revoltante chegar ao seu ambiente de trabalho e ver os estragos feito contra a educação” diz uma funcionária.


A unidade não tem vigia noturno. Na sessão do dia 15 de Junho de 2022, foi aprovada a indicação n° 012|2022 do vereador Francinei Andrade para que contrate um vigia noturno para a unidade. Além da merenda, furtaram também liquidificador, garrafas e materiais de limpeza.




domingo, 4 de setembro de 2022

Prefeitura de Juruti realiza projeto Ajuri na Vila Muirapinima.


Hoje e amanhã 5 de setembro a prefeitura de Juruti estará  oferecendo serviços através do projeto Ajuri. Ajuri uma ação social que a prefeitura de Juruti através das secretarias e através delas oferece diversos serviços na área da saúde, assistência social, meio ambiente, educação, esporte, lazer e bem estar.


Os atendimentos  acontecem nos dias 04 de 8h às 16h e 05 de setembro, de 8h às 12h.



segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Comunidade do Pará recebe estudantes do projeto “Florestas Inteligentes”.


Na comunidade Piriquitaquara, na Ilha do Combu, em Belém, estudantes de três instituições de ensino superior do Pará, Minas Gerais e São Paulo participam de mais uma etapa do projeto “Florestas Inteligentes”. Com apoio da Alcoa, o projeto busca proteger a floresta e conservar sua biodiversidade, além de melhorar a qualidade de vida de comunidades ribeirinhas da Amazônia.


As ações do projeto iniciaram em maio. Desde então, os estudantes têm mapeado os desafios para se ter acesso, por exemplo, a água potável e resolver a instabilidade da energia elétrica, por meio de soluções tecnológicas.


“Os nossos alunos das áreas de Negócios e Tecnologia foram responsáveis em propor e elaborar as soluções”, explica Caio Fanha, coordenador do International Office e de Redes de Cooperação e Inovação do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa-PA).


O projeto reúne a Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens-SP), Centro Universitário Newton Paiva (Newton-MG) e o Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa-PA). A fase inicial começou com 60 participantes, que foram capacitados durante duas semanas de masterclasses, aprendendo temáticas sobre: bioeconomia, Amazônia 4.0, Smart Solutions, entre outras.


Para André Rolim, diretor de RH da Alcoa Brasil, o projeto conecta o potencial humano com variadas possibilidades que ideias podem oferecer às comunidades. “O principal encantamento que tenho aqui com esse projeto é essa conexão com o projeto da Alcoa que é transformar potencial bruto em progresso real. E a gente trazer esse potencial humano para poder tornar cada vez mais essas comunidades mais sustentáveis conecta diretamente com quem a Alcoa quer ser com o que a gente gostaria de contribuir para poder transformar o mundo”, destaca.


Como um dos patrocinadores masters do projeto, a Alcoa abriu as portas para que os alunos finalistas possam conhecer a unidade de Juruti e vivenciar, de perto, o modo de vida amazônico.


No mês de outubro, acontece a grande final com as apresentações dos projetos e o anúncio da equipe campeã, que recebe uma premiação de R$ 5 mil.

Mais informações: contato@florestasinteligentes.org.br



quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Alcoa fecha parceria com a Universidade de São Paulo para revisão do Plano de Ação para Biodiversidade de Juruti

 


Por meio de parceria institucional, a Universidade de São Paulo (USP) será a responsável pela revisão do Plano de Ação para Biodiversidade da unidade da Alcoa em Juruti, no Oeste do Pará. O convênio firmado tem cinco anos de duração e durante esse período serão desenvolvidos estudos para avaliar como o monitoramento socioambiental deve ser estruturado para analisar a eficácia da aplicação da hierarquia de mitigação, além de apoiar um sistema de governança de impactos sobre biodiversidade e serviços ecossistêmicos.

 

De acordo com a supervisora de Biodiversidade da Alcoa, Susiele Tavares, o trabalho de pesquisa terá cinco módulos, com objetivos e métodos específicos.

 

“Dentre eles, serão mapeadas as relações de causalidade dos impactos sobre a biodiversidade e serviços ecossistêmicos (BSE), coleta e armazenamento de dados. Também será desenvolvido um sistema integrado de governança para avaliar a aplicação sistemática da hierarquia de mitigação de impactos sobre BSE, por meio de indicadores”, explica.

 

O trabalho desenvolvido pela USP, tem o propósito de estudar temas de gestão de biodiversidade na área da mina e no seu entorno, contribuindo para a alcançar a meta de Perda Líquida Zero.

 

“Nosso objetivo é descobrir qual a melhor maneira de você minimizar perdas em biodiversidade e se necessário, compensar algumas perdas que não puderem ser evitadas”, explica o Professor Doutor Luis Enrique Sánchez, titular do Departamento de Engenharia de Minas da Escola Politécnica da USP.

 

A produção científica é um dos requisitos deste convênio, por isso, participam do trabalho alunos de mestrado, doutorado e iniciação científica. “Todos eles terão que produzir trabalhos científicos e publicá-los em revistas da área, cada um trazendo a contribuição de sua parte. Além disso, queremos entender melhor as práticas da Alcoa, os impactos da atividade da mineração em Juruti e como mitigá-los. Por meio dessa colaboração, queremos atingir resultados que sejam positivos tanto para a academia, quanto para a iniciativa privada, onde as atividades produtivas tenham menor impacto ambiental”, afirma o docente.



 

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Alcoa anuncia plano de zerar emissões líquidas de Gases de Efeito Estufa (GEE) nas operações globais até 2050.

No lançamento do Relatório de Performance Ambiental, Social e de Governança do ano de 2021, a Alcoa anunciou o plano de descarbonização, alcançando zero emissões líquidas de Gases de Efeito Estufa (GEE) até 2050 em suas operações globais. A empresa pretende reduzir a intensidade das emissões de GEE em 30% até 2025 e 50% até 2030.

 

“Na busca coletiva da sociedade por um futuro mais sustentável, precisamos de novas tecnologias e soluções que nos ajudem a descarbonizar as cadeias de suprimentos globais, ao mesmo tempo em que permitam às comunidades prosperarem. A indústria do alumínio tem um papel essencial a desempenhar neste caminho”, afirma Otávio Carvalheira, vice-presidente de Operações Brasil, San Ciprian, África e Oriente Médio e presidente da Alcoa Brasil.

 

Nesta direção foi anunciado o reinício do smelter na Alumar em São Luís, temporariamente suspensa desde 2015, com energia 100% renovável, aumentando a oferta de alumínio feita com baixa emissão de carbono.

 

“Propomos a Refinaria do Futuro, a partir do refino de alumina com emissão zero de GEE, usando novos processos e tecnologias como recompressão mecânica de vapor e calcinação elétrica, em combinação com uma grade descarbonizada. Mais de 81% do nosso portfólio global de smelting é alimentado por energia renovável hoje e estamos explorando oportunidades para impulsionar mais nossas operações no Brasil com energia renovável”, ressalta Otávio Carvalheira.

 

O Relatório também traz informações sobre avanços na política de diversidade e inclusão da empresa, destacando programas como o AWARE (Alcoanos Trabalhando Ativamente pela Igualdade Racial-Étnica), lançado no Brasil em 2020, e globalmente em 2021, com o objetivo de conscientizar e promover uma cultura de equidade, influenciar a promoção da justiça racial e igualdade.

 

Além do AWARE, a empresa também conta com a Rede de Mulheres da Alcoa (AWN) e a rede de Funcionários da Alcoa pela Igualdade de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (EAGLE) e mantém parcerias com a Rede Brasileira de Inclusão Social Corporativa (REIS) e o Movimento de Coalizão por Equidade Racial (MOVER).

 

Na área de segurança, a Alcoa vê com êxito a criteriosa política de prevenção. O resultado foi que nenhum evento sério ou fatalidade foi registrado em 2021.

 

Comunidades e empresa estiveram mais conectadas. 2021 foi um ano de superação para todas as unidades por conta da Covid-19. Por meio de Parcerias Público Privadas (PPP), a Alcoa implementou um esforço organizado para acelerar a vacinação em todos os locais onde opera, o que resultou em queda significativa nos novos casos confirmados da doença em 2021.

 

O Instituto Alcoa e a Alcoa Foundation destinaram juntos R$ 7,8 milhões em diversos programas e projetos nas comunidades. A empresa, também, lançou um novo sistema de gestão social chamado SP360. Por meio dele, está sendo viável desenvolver uma abordagem estruturada para minimizar ou evitar impactos adversos e criar um ambiente onde as partes interessadas (direta ou indiretamente envolvidas pelas operações) possam se beneficiar.

 

O SP360 descreve uma abordagem metodológica para gerenciar riscos e impactos sociais, aplicando os princípios de melhoria contínua.

 

O respeito aos direitos humanos e aos interesses, culturas, costumes e valores dos funcionários e comunidades estão incorporados aos Valores Alcoa.

 

“Nossa Política de Direitos Humanos se alinha aos Princípios Orientadores das Nações Unidas para Empresas e Direitos Humanos e às Convenções Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho. Nós nos esforçamos para garantir que esse compromisso seja exemplificado por nossas ações e por nossos funcionários, fornecedores e parceiros de negócios”, garante o presidente da Alcoa Brasil.

 

No Brasil, a empresa implantou planos de resposta a emergências para comunidades, além de melhorar os controles sobre as condições de trabalho das empresas terceirizadas. Um exemplo foi a assinatura de um Protocolo de Intenções entre a Alcoa e a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (Acorjuve), em dezembro de 2021, com o objetivo de melhorar as relações bilaterais, a confiança, o respeito mútuo e avançar nas intenções comuns.

 

A empresa também teve destaque na sua política ambiental, com a implantação dos planos de ação de biodiversidade na Alumar (refinaria) em Juruti (mina de bauxita), além de iniciar o desenvolvimento do plano de Poços de Caldas (refinaria e mineração).

 

A Política Global de Barragens foi devidamente revisada. Esta é uma condicionante obrigatória, para garantir que os sistemas de rejeitos cumpram os padrões e diretrizes internas e o Padrão Global da Indústria sobre Gestão de Rejeitos (GISTM) e as leis e regulamentos do país.

 

A Alcoa, também, destinou atenção aos recursos hídricos. As prioridades estão descritas na Política de Gestão da Água, apoiada pelo Padrão de Gerenciamento de Água e Efluentes, alinhado com a Declaração de Posição do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM).

 

“Alcoanos e alcoanas em todo Brasil estão liderando com coragem para traçar um futuro mais sustentável para a indústria do alumínio, com progressos significativos”, avalia Otávio Carvalheira.

 


Confira em nosso site www.alcoa.com/brasil/pt/sustainability o relatório completo de Performance ASG da Alcoa.

 

 

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