quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Equatorial Pará inaugura primeira subestação de energia em Juruti.

Com a implantação da subestação, a distribuidora fortalecerá o sistema de energia e promoverá mais desenvolvimento na região do Baixo Amazonas.


A Equatorial Pará inaugura nesta quarta-feira, 20, a primeira subestação de energia do município de Juruti, localizado na região do Baixo Amazonas. O investimento, de cerca R$ 20,77 milhões, vai aumentar a capacidade do sistema e melhorar a qualidade do fornecimento de energia elétrica, o que beneficiará mais de 16 mil famílias, além da área do comércio e indústria.

A nova subestação vai garantir mais confiabilidade e, também, possibilitará a instalação de novos empreendimentos na região, o que contribuirá para o fortalecimento do desenvolvimento econômico do município de Juruti. A capacidade de geração da nova subestação é de 30 MVA. A energia já está integrada ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A subestação foi projetada para operar com tecnologias avançadas do segmento de alta tensão, com sistema automático de recomposição em casos imprevistos. A comunicação da subestação será feita por meio de fibra óptica com monitoramento 24 horas realizado através do Centro de Operações Integradas da Equatorial Pará. Também contará com a tecnologia de sistema de medição operacional a qual ajudará no controle de demanda de combate a perdas de energia na localidade.

De acordo com o superintendente das regionais Oeste e Centro, Brunno Margato, o novo sistema permite a desativação da Usina Termoelétrica a óleo diesel que há muitos anos abastecia a área urbana e parte da zona rural do município, garantindo a melhoria na qualidade e confiabilidade do fornecimento de energia, além de fomentar o crescimento do mercado. “Só este ano, com essa obra em Juruti, a empresa entrega ou amplia 12 subestações  em todo o Pará. Estamos comprometidos em prestar, cada vez mais, um serviço de qualidade em todos os cantos do estado”, enfatiza Brunno.

Ainda conforme Brunno Margato, a entrega da nova subestação, além de melhorar a vida de milhares de clientes, com mais qualidade do sistema, simboliza, também, o compromisso da distribuidora de energia com o desenvolvimento do estado.


DESATIVAÇÃO DA USINA

Com a desativação da usina a diesel, que abastecia a região anteriormente, toneladas de dióxido de carbono (CO2) devem deixar de ser lançadas ao meio ambiente.
Vale ressaltar que, para a interligação do município ao SIN, foi construída uma nova Linha de Transmissão e subestação. A Nova linha de Transmissão, de responsabilidade da Transmissora Parintins Amazonas, foi construída em 230 kV, em circuito duplo, com extensão aproximada de 138 km, com origem na Subestação Oriximiná e término na Subestação Juruti. 

Além destas obras, também foi realizada a modernização da rede de distribuição do município, visando garantir maior qualidade de fornecimento de energia à população local. 


CULTURA

O muro da subestação é uma obra de arte a céu aberto. Para valorizar a cultura local, a distribuidora de energia convidou artistas da região para realizarem pinturas em grafite que retratam o dia a dia do município.

Vale lembrar que a Equatorial Pará vem se destacando como uma das maiores incentivadoras da cultura do Estado, inclusive é a patrocinadora oficial do Festival das Tribos Indígenas de Juruti – o Festribal, uma das maiores festas culturais da região.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Alcoa e comunidades entram em acordo para atividades de dragagem no canal de acesso ao porto de Juruti (PA).

A Alcoa e as comunidades entraram em um acordo para as atividades de dragagem no canal de acosso ao porto da mineradora, localizado no Rio Amazonas, em Juruti, no oeste do Pará. O acordo que garante a autorização da população e comunidades diretamente afetadas saiu no dia 5 de setembro, após 9 horas de debates ocorridos em um Audiência Pública. Um comitê gestor foi formado para acompanhar os trabalhos e definir as compensações.

“Saímos felizes da reunião. A Alcoa fez um acordo com as comunidades, juntamente com o Ministério Público e o advogado representante deles. Então, os próximos passos serão reuniões do comitê gestor que foi formado que representa essas comunidades e que vai continuar as discussões com a Alcoa. O acordo prevê o pagamento de algumas indenizações e o início imediato das atividades”, destaca Josiane Rosa, Bióloga da Alcoa e que acompanha o processo.
Representando as comunidades localizadas na área de influência da atividade, o advogado Dilton Tapajós ressaltou a importância do diálogo entre a mineradora e a população, mediada pelo Ministério Público, sendo possível um consenso entre as partes. “É muito importante para a comunidade estar informada, esclarecida e respeitada. É o início da construção de um diálogo respeitoso. Quero frisar a participação e o esforço do Ministério Público por meio desta audiência pública”, conclui Tapajós. 

Para aumentar a confiabilidade da navegação, o processo de dragagem para a manutenção do rio Amazonas, deve ser iniciado no mês de setembro. A área onde vai acontecer a manutenção é na ilha do Maracassú, próximo ao Macacaúba, em frente à cidade, para permitir que as embarcações maiores possam entrar e sair sem riscos de encalhar. Ao todo, seis comunidades estão localizadas na área.   

A ideia é retirar o excesso de sedimentos apenas em pontos críticos, que são locais onde existe potencial de restrições para a navegação no período de estiagem por falta de profundidade adequada. A elaboração de um Plano Conceitual de Dragagem é um requisito legal estabelecido no Artigo 3º da Resolução Conama nº 454/2012. A dragagem no canal será realizada para garantir a trafegabilidade segura das embarcações, independentemente das épocas de cheia ou de seca do rio Amazonas.

“A empresa cumpre os requisitos legais perante os órgãos licenciadores, mas a licença social é muito importante. A comunidade tem que participar deste processo porque serão os principais afetados. Foi uma excelente discussão e conseguimos chegar a um consenso após nove horas de audiência”, declara Nayme Lopes, Secretária Municipal de Meio Ambiente.  

Historicamente, o leito do rio tem sofrido mudanças por conta do assoreamento e consequentemente, isto tem afetado a navegação, não só dos navios da Alcoa, mas também da navegação comercial de cargas e passageiros, além da navegação ribeirinha. São décadas de mudanças, surgimento de ilhas, bancos de areias ou assoreamento do canal e que têm aumentado o risco de acidentes na navegação.

O que vai ser feito é uma dragagem de manutenção, que é recomendada para casos em que a remoção de material assoreado depositado nos corpos hídricos se faz necessária, além de colaborar na manutenção das profundidades dos canais de navegação. Ou seja, o objetivo desobstruir o canal já existente, assegurando que ele mantenha a profundidade que tinha antes.

As comunidades, organizações e governo municipal estão sendo envolvidos para que os impactos sejam os menores possíveis. Comunitários, pescadores e população em geral estão sendo informados e orientados. 

A Alcoa também disponibilizou um número de telefone para que qualquer pessoa que tiver dúvidas, sugestões ou reclamações possa ligar e entrar em contato para falar sobre a dragagem (93) 98129-0399.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Desafios ESG para uma atuação mais sustentável marcaram os painéis da Alcoa na Exposibram e na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias.


Executivos da empresa debateram como equilibrar a expansão da mineração com a transição para uma economia de baixo carbono


Setembro de 2023 - Transição energética, descarbonização, economia circular, gestão sustentável de resíduos e bioeconomia foram apenas alguns dos temas que permearam os painéis da Alcoa na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (Exposibram 2023), tradicional evento do setor realizado de 28 a 31 de agosto no Hangar Centro de Convenções & Feiras da Amazônia, em Belém (PA). A empresa, líder mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio no Brasil, também esteve na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, que aconteceu simultaneamente, de 30 de agosto a 1º de setembro, no mesmo local. 

No total, cinco executivos da companhia palestraram em cinco painéis, sendo quatro na Exposibram e um na Conferência. Em comum, o foco na construção de um futuro mais sustentável a partir de soluções que conciliam a preservação da biodiversidade e o desenvolvimento compartilhado para as comunidades. Otávio Carvalheira, presidente da Alcoa Brasil; Alfredo Duarte, diretor de Energia; Hélio Lazarim, diretor de Operações de Juruti (PA); Lívia Mello, gerente de Reuso de Resíduo de Bauxita e Thaíza Bissacot, diretora regional de Meio Ambiente mostraram, dentro das suas áreas de atuação, caminhos para equilibrar a necessidade da expansão da mineração, sobretudo de minerais estratégicos, com a transição para uma economia de baixo carbono, capaz de reduzir os impactos das mudanças climáticas. 

“É por isso que estamos investindo muito em inovação com foco em reciclagem, uso de biocombustíveis e eletrificação de equipamentos e operações. É um caminho sem volta”, afirmou Carvalheira, durante o painel Inovação para Sustentabilidade Social, realizado pelo Mining Hub, no dia 30/8. 

Em paralelo, os visitantes da Exposibram também conheceram o estande institucional da Alcoa, onde aprenderam mais sobre o processo de mineração de bauxita e ficaram por dentro de novidades das três plantas operacionais (Juruti-PA, Poços de Caldas-MG e Alumar-MA). Já a equipe da área Comercial aproveitou o evento para realizar reuniões com 26 fornecedores, em dois dias de rodadas de negócios, para esclarecimentos de dúvidas sobre a atuação da empresa, operações e produtos.

Pessoas no centro

Outro recado forte deixado pela Alcoa em ambos os eventos é de que não existe agenda forte de ESG apenas com investimentos ambientais: é essencial colocar o ser humano no centro da estratégia de negócios, direcionando o olhar para a diversidade e o fortalecimento socioeconômico das comunidades, gerando emprego e renda para reduzir desigualdades.

Neste caminho, Fábio Costa, analista de Relações Comunitárias e Comunicação Externa, e Nathalia Amâncio, analista de Endomarketing, atuaram respectivamente como mediadores de rodas de conversas com foco em inclusão para pessoas com deficiência e outros grupos sub-representados (mulheres, pretos e pardos, pessoas com deficiência e profissionais LGBTQIAP+). 

Na mesa Diversidade e Inclusão: conheça as redes de apoio da Alcoa, por exemplo, os colaboradores Adenilson Santos (ABLE - pessoas com deficiência), Keila Silva (AWN – Rede de Mulheres) e Micheline Nascimento (AWARE – pessoas pretas e pardas) trouxeram reflexões importantes e um rico debate sobre o respeito à representatividade e o empoderamento para um ambiente de trabalho mais inclusivo.

Sobre a Alcoa Brasil

Líder mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos dedicados ao desenvolvimento compartilhado e sustentável. A empresa adota as melhores práticas de inovação para trabalhar com eficiência, segurança e sustentabilidade, fortalecendo as comunidades das regiões onde atua. No Brasil são três unidades produtivas: Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA); três escritórios: São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG) e Belém (PA); e participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito. Com 17 mil colaboradores, diretos e indiretos, a Alcoa segue impulsionada por valores como “agir com integridade”, “trabalhar com excelência”, “cuidar das pessoas” e “liderar com coragem” para unir excelência operacional, desempenho econômico, impacto social e proteção ambiental na construção de um futuro melhor.



quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Instituto Alcoa aprova mais de R$ 1,8 milhão no Programa de Apoio a Projetos Locais 2023.

Os projetos comunitários selecionados têm foco de atuação nas áreas de educação, empreendedorismo e geração de trabalho e renda.

O Programa de Apoio a Projetos Locais é uma das iniciativas do Instituto Alcoa que contribui com o desenvolvimento dos territórios onde a Alcoa está presente. Realizado anualmente, o edital recebe inscrições de projetos desenvolvidos por organizações da sociedade civil e/ou do poder público nas frentes prioritárias do IA: educação (com foco no Ensino Fundamental), geração de trabalho e renda e empreendedorismo.

Os projetos aprovados no Edital 2023 têm o potencial de beneficiar cerca de 5 mil pessoas nos municípios de Juruti/PA, Poços de Caldas/MG e São Luís/MA. A novidade no edital deste ano está na formação em monitoramento e avaliação de resultados, que será oferecida às organizações pelo Ficas – organização parceria do Instituto Alcoa na realização do Programa de Apoio a Projetos Locais.

“Trabalhamos para catalisar mudanças nos territórios por meio do investimento em projetos de Educação e de Geração de Trabalho e Renda, construindo relações de confiança e gerando parcerias com organizações da sociedade civil e com as comunidades dos territórios em que atuamos. Entendemos que o real impacto só acontecerá com uma atuação conjunta, colaborativa e participativa – premissas que norteiam a concepção do Programa de Apoio a Projetos Locais” explica Monica Espadaro, Diretora Executiva de Operações do Instituto Alcoa.  


Confira os projetos selecionados: 

Juruti

● Ampliação de salas de aula, Associação de Pais e Mestres da EMEF Maria da Saúde Pinheiro Cunha.
● Coopera Juruti: Fortalecimento da Agricultura Familiar de Juruti, Cooperativa da Agricultura Familiar de Juruti.
● Fortalecendo o Protagonismo das Mulheres Produtoras Rurais da Comunidade de Cruzeiro, Instituto Vitória Régia.
● Avançando para um Pescado Sustentável e Inclusivo em Juruti- Fase II, Sociedade para Pesquisa e Proteção do Meio Ambiente.

Poços de Caldas

● Programa “De Volta ao Ciclo”, Associação dos Catadores e Separadores de Materiais Recicláveis de Poços de Caldas.
● Cinema sem fronteiras, Associação Instituto Beneti.
● Leitura e Imaginação: para além dos muros da instituição, Associação dos Deficientes Físicos de Poços de Caldas
● Cidadão do Amanhã - formar para transformar, Fundação Gota de Leite de Assistência à Criança.

São Luís

● Ler é viver, Sociedade de Amigos das Bibliotecas do Maranhão.
● Nave Empreende, Organização em prol da Natureza, Arte, Vida e Educação.
● Ela na Obra, Associação Ela na Obra.


Inclusão e Diversidade

O Programa de Apoio a Projetos Locais também incentiva o desenvolvimento de iniciativas que estimulem a inclusão de mulheres, grupos étnico-raciais, pessoas com deficiência e da comunidade LGBTQIAP+ nos territórios.

Em Poços de Caldas, o projeto “Leitura e Imaginação: para além dos muros da instituição”, da Associação dos Deficientes Físicos de Poços de Caldas será impulsionador de jovens com deficiência física.

Em Juruti, o projeto Fortalecendo o Protagonismo das Mulheres Produtoras Rurais da Comunidade de Cruzeiro, do Instituto Vitoria Regia, irá fornecer autonomia e protagonismo para mulheres empreendedoras, estimulando a inclusão e reconhecimento das mulheres como protagonistas de suas conquistas. Assim como em São Luís, o projeto da Associação Ela na Obra, também tem por objetivo reconhecer a autonomia da mulher na área da construção civil através de formações. 


Sobre o Instituto Alcoa

Fundado em 1990, no Brasil, o Instituto Alcoa é uma entidade sem fins lucrativos, que tem o propósito de transformar coletivamente os territórios em que a Alcoa está presente – Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA) – a fim de torná-los mais inclusivos e menos desiguais.
Para isso, o Instituto Alcoa promove iniciativas em educação e geração de trabalho e renda, causas estruturantes para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, além de incentivar a participação social e o diálogo em torno das causas como forma de mobilização para o engajamento. Sua atuação se conecta às políticas públicas e agendas de interesses globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Com mais de 50 mil atendimentos, HRBA é referência em oncologia no oeste paraense.

Entre dezembro de 2022 e julho deste ano, unidade registrou 604 novos casos da doença. Regional é habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia

Há quase três meses, a esteticista Maria do Socorro da Silva Printes, 54 anos, começou o tratamento oncológico no Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA), em Santarém, no oeste do Pará.

A paciente realiza sessões de quimioterapia a cada 21 dias na unidade. Após o diagnóstico, ela conta que foi difícil aceitar a situação e a necessidade do tratamento. Mas, o atendimento de excelência e humanizado que ela recebe no Regional a fez mudar de ideia. “Eu não queria aceitar, mas graças a Deus estou bem agora. Aqui, todos nos acolhem muito bem. Os profissionais sempre se preocupam se a gente está bem, dão muita força. Eu achava que era um bicho de sete cabeças, mas não é. Não me vejo como alguém doente. Para mim, já estou curada”, diz. 

A Kelia Maia Carvalho descobriu um câncer de mama em março deste ano e logo começou o tratamento no HRBA. Ela também realiza as sessões de quimio e aprova o atendimento recebido pelos médicos e colaboradores da unidade.

“Para mim, o tratamento está bem tranquilo. E o atendimento é excelente. Nunca tive nenhum problema, todos são muito atenciosos. Graças a Deus, desde a primeira recepção até o salão, todos me atenderam muito bem. Eu digo sempre a todos que não estou doente, estou tratando de uma doença”, ressaltou.

Referência em Oncologia para 1,4 milhão de pessoas residentes em 30 municípios do oeste do estado, o HRBA pertence ao Governo do Pará e é administrado pelo Instituto Social Mais Saúde (ISMS), que assumiu a operacionalização do HRBA no dia 1° de dezembro de 2022. 

Nos últimos nove meses, já foram 50.573 atendimentos oncológicos, sendo 15.143 consultas, 1.351 cirurgias, 12.546 sessões de quimioterapia, 148 sessões de radioterapia e mais 21.385 exames - como mamografia, tomografia, ultrassonografia e ressonância magnética, entre outros -, de dezembro de 2022 a julho deste ano. No mesmo período, foram registrados 604 novos casos da doença.

“O HRBA realiza um trabalho muito importante para toda a região oeste do estado. A unidade oferece um atendimento oncológico completo e de qualidade. Isso significa que nossos pacientes não precisam sair de Santarém para receber esse serviço de excelência. No Regional, eles têm tudo o que precisam para vencer a batalha contra o câncer”, pontuou o secretário de estado de saúde pública, Rômulo Rodovalho.

Habilitação - O hospital é habilitado pelo Ministério da Saúde como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), oferecendo assistência geral, especializada e integral ao paciente com câncer, atuando no diagnóstico e tratamento.  

“Nosso hospital busca oferecer sempre o melhor tratamento aos nossos pacientes oncológicos. O setor é o nosso carro-chefe e nossos números mostram como o HRBA oferece serviços de excelência aos usuários. E mais, ofertamos um atendimento humanizado, com o foco sempre no bem-estar dos pacientes. É assim que nos colocamos como uma unidade de referência quando o assunto é oncologia”, destacou o diretor-geral da unidade, Rodrigo Vieira. 

Serviço - Localizado no oeste do Pará, o HRBA é referência em média e alta complexidade e presta serviço 100% referenciado, atendendo à demanda originária da Central de Regulação do Estado. A unidade pertence ao Governo do Pará, sendo administrada pelo Instituto Social Mais Saúde, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), e fica localizada na Avenida Sérgio Henn, nº 1100, bairro Diamantino, em Santarém.

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Juruti +10: Alcoa e Poder Público assinam nova agenda de compromissos para Juruti nos próximos 10 anos.

Proporcionar equipamentos, espaços e ambientes públicos que atendam as demandas e necessidades locais. Essa é a missão da Juruti +10, a nova agenda de compromissos e melhorias promovidas pela Alcoa em Juruti, no oeste do Pará, garantindo mais desenvolvimento e qualidade de vida. A assinatura ocorreu no dia 28 de julho e contou com a participação do Presidente da Alcoa, Otávio Carvalheira, do Diretor Industrial da Alcoa em Juruti, Helio Lazarim, do Gerente de Relações Institucionais, Emerson Rocha, da Prefeita, Lucídia Benitah, do vice-prefeito, Fladimir Andrade e do Presidente da Câmara, Glauber Andrade.

Elaborada, em parceria com o Governo Municipal e Câmara de Vereadores, a Agenda Juruti +10 deve promover ações na próxima década, em áreas essenciais como saúde, educação, segurança, infraestrutura e desenvolvimento rural. Até 2033, além de novos equipamentos, estão previstas a execução de obras como a reforma do Mercado Municipal e a construção do Plenário da Câmara, de uma Quadra de Esporte e Lazer na Orla e um Porto de embarque e desembarque no Distrito de Juruti Velho.

Desde sua implantação, a Alcoa promove uma série de ações e investimentos, que é conhecida como Agenda Positiva, uma forma de contribuir com o município e atender demandas do povo jurutiense. Do compromisso original, constam 54 projetos, dos quais 50 já foram executados e outros 4 estão em andamento. Com os novos itens, a companhia reforça o compromisso com o município e consolida conquistas, transformando o potencial mineral em desenvolvimento com sustentabilidade.
Para o Presidente da Alcoa Brasil, Otavio Carvalheira, a trajetória da Alcoa em Juruti é recheada de sucesso e realizações nos 14 anos de implantação da mina na região e que os investimentos seguem. “Juruti +10 é um programa de investimentos que teremos juntos com a prefeitura é mais um capítulo nessa trajetória de compartilhamento de valor. Cada passo que damos em Juruti, a gente pensa, como compartilhar valor com a sociedade, como vamos nos integrar à comunidade e como mitigar os impactos da nossa presença. Serão projetos que farão a diferença para a comunidade e fazer Juruti crescer cada vez mais, para o Brasil e para o mundo”, ressalta. 

De acordo com a prefeita Lucídia Benitah, a nova agenda proposta vem sendo construída em conjunto, garantindo mais desenvolvimento para o futuro de Juruti. “Construímos essa agenda para os próximos 10 anos. A assinatura desse acordo é muito importante para o município e fico feliz de avançarmos mais uma etapa em nossa gestão com este marco importante”, conclui.

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Alcoa acelera transição energética no Pará com eletricidade na mina de Juruti.

Projeto vai representar redução de 35% das emissões de CO2 e é parte da estratégia global de descarbonização da companhia


A Alcoa avança nos investimentos em transição energética para reduzir as emissões de carbono e entregar alumínio verde ao mercado. A unidade de Juruti, no Pará, hoje movida a combustível fóssil, passará a funcionar com energia elétrica. Para isso, a empresa assinou, em maio, um contrato com a Equatorial Energia para a construção de uma linha de transmissão de 51 km, que vai integrar a região ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e atender à mina e o porto.

A infraestrutura, que terá ainda uma subestação, vai substituir o fornecimento de energia da planta, realizado com geradores a diesel, para energia elétrica com fonte renovável, o que vai gerar aproximadamente 35% de redução de emissão de CO2 no escopo 1. O projeto será viabilizado em dois anos e meio, com previsão de entrega em maio de 2025. Depois de pronta, a rede será disponibilizada para que a Equatorial leve luz para as comunidades do entorno pela primeira vez.

Com o apoio da Prefeitura de Juruti e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, o empreendimento representa uma grande oportunidade para a unidade operacional minimizar significativamente suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). A meta global da Alcoa é reduzir a intensidade de emissão (escopos 1 e 2) em 30% até 2025, em 50% até 2030 (considerando um baseline de 2015), mirando no alcance de Net Zero (zero emissões líquidas) até 2050 nas operações de Refinaria e Smelter.

“Estamos falando de uma iniciativa que dialoga diretamente com o processo de transição energética que o mundo está vivendo. Vamos migrar de energia fóssil para elétrica renovável porque estamos comprometidos com o desenvolvimento sustentável da região amazônica”, explica Alfredo Duarte, diretor de Energia da Alcoa no Brasil, reforçando que o projeto também contribui para frear as mudanças climáticas, de acordo com os compromissos assumidos a partir da adesão ao Pacto Global da ONU.


Falando em desenvolvimento sustentável, a possibilidade de ligar residências e o comércio locais à rede de transmissão representa um enorme salto para o progresso econômico e social em Juruti, que ainda sofre com a escassez de infraestrutura e recursos por estar localizada no meio da Floresta Amazônica. A estimativa da Equatorial é que cerca de 1.600 famílias que moram em mais de cem comunidades afastadas do centro urbano do município sejam beneficiadas.

“O momento é aguardado com muita expectativa. Será mais um passo rumo ao desenvolvimento dado pela distribuidora que não mede esforços para contribuir com o progresso do local e com o bem-estar das pessoas. E isso é fruto de um trabalho incansável para levar energia de qualidade para todas as regiões do Pará”, afirma Leandro Martins, Gerente de Obras da Equatorial.

Sustentabilidade – A nova matriz energética em Juruti se soma a outras transformações realizadas nas unidades de Poços de Caldas (MG) e Alumar (MA). Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 1,3 bilhões em projetos sustentáveis. O valor inclui a religação do Smelter na Alumar, que funciona com contratos de compra de energia com lastro 100% renovável; e o filtro prensa, em Poços, movido à energia elétrica e com reuso da água no sistema fechado.


Ao lado da rede de energia em Juruti, os três projetos compõem uma estratégia integrada de sustentabilidade que beneficia não só os clientes, mas também toda a indústria do alumínio, uma vez que a companhia vende bauxita para o mercado interno e é a maior fornecedora de alumina para o externo. Por meio de indústrias clientes, a matéria-prima se transforma em componentes para automóveis e celulares, carros elétricos, embalagens de alimentos e produtos hospitalares, apenas para citar alguns exemplos, com menor pegada de carbono.

“O futuro do alumínio passa pelo investimento em fontes renováveis, além da otimização da extração da bauxita e de todo o processo produtivo. E é claro que passa também por inovação, com melhorias tecnológicas que permitam ampliar a produção, ao mesmo tempo em que se reduz a emissão de carbono e se investe em processos que impactem menos o meio ambiente”, afirma o presidente Otávio Carvalheira.


Sobre a Alcoa Juruti

Fundada em 2009 no oeste do estado do Pará, na Floresta Amazônica, a mina de Juruti possui uma reserva potencial de bauxita de 700 milhões de toneladas métricas. Sua capacidade operacional atual é de 7,5 milhões de toneladas por ano de bauxita de alta qualidade. A unidade de beneficiamento é composta por plantas de britagem e lavagem, bacias de rejeitos associadas e pátios de estocagem. Já a frota ferroviária conta com três locomotivas com um total de 81 vagões de 80 toneladas de capacidade cada, que fazem o transporte de minério até o porto. Para integrar a operação às comunidades, a Alcoa promove voluntariamente ações sociais para o fortalecimento da infraestrutura, mão de obra e negócios locais. A empresa já investiu até o momento, tanto em áreas urbanas quanto rurais, R$ 74 milhões em iniciativas relacionadas à saúde, educação, segurança pública e assistência social, por exemplo.

Sobre a Alcoa Brasil

Líder mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos dedicados ao desenvolvimento compartilhado e sustentável. A empresa adota as melhores práticas de inovação para trabalhar com eficiência, segurança e sustentabilidade, fortalecendo as comunidades das regiões onde atua. No Brasil são três unidades produtivas: Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA); três escritórios: São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG) e Belém (PA); e participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito. Com 17 mil colaboradores, diretos e indiretos, a Alcoa segue impulsionada por valores como “agir com integridade”, “trabalhar com excelência”, “cuidar das pessoas” e “liderar com coragem” para unir excelência operacional, desempenho econômico, impacto social e proteção ambiental na construção de um futuro melhor.
 
Sobre o Grupo Equatorial Energia

É uma empresa brasileira que se consolidou no cenário nacional como uma holding de empresas de alta performance e grandes resultados. A Equatorial Energia é hoje o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes. A companhia avançou na consolidação do setor de distribuição de energia no Brasil e, atualmente, atua em sete concessionárias, nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul, Amapá e Goiás, atendendo cerca de 13 milhões de clientes nessas regiões, fazendo-se presente em 31% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país. O Grupo Equatorial Energia também atua nos setores de Transmissão, Serviços, Telecom, Comercialização, Geração Distribuída e Saneamento, se tornando a primeira empresa multi utilities do país, além de ter adquirido 100% das ações da Echoenergia S.A., iniciando capítulo no setor de renováveis e tornando-se, efetivamente, um player de atuação integrada no segmento de energia.

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