segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Ambulancha para atender comunidades ribeirinhas da região do distrito Muirapinima é entregue pela prefeitura de Juruti.


Na tarde deste domingo  (01),  a prefeitura de Juruti, por meio da Secretaria de  da Saúde do Município – 
A entrega da chave da ambulancha foi feita pela prefeita do Município Lucidia Benitah e pelo Secretaria Municipal de saúde Adaias Bentes Neto. A medida consolida o início de uma assistência de saúde mais completa para as comunidades ribeirinhas do Distrito Muirapinima.

A nova ambulancha irá oferecer maior suporte às necessidades de remoção de pacientes que necessitarem de atendimentos de urgência e emergência.

O portal queria saber qual o valor e qual a fonte de recurso para a aquisição da ambulancha,  até o momento desta publicação não obteve resposta. 


Eleição define os cinco conselheiros tutelares para a gestão 2024-2027 no Município de Juruti.

Em eleição realizada neste domingo, 1°, os Jurutienses foram às urnas para definir os 5 conselheiros tutelares que atuarão no atendimento às crianças e adolescentes em situação de violação de direitos. O mandato é válido para o quadriênio 2024-2027.

Neste ano, o pleito contou com a participação de 13 candidatos. Os membros eleitos foram: Idomilson, Eliene Canto, Jubin, Benita Marinho, Fátima Medeiros.

Os locais de votação foram nas comunidades polos como Vila Muirapinima,  Castanhal,  Tabatinga, Miri  e cidade. A apuração dos votos durou cerca de 7 horas.

Confira o número de votos de cada candidato:

Candidatos eleitos

1° Idomilson – 797 
2° Eliene Canto - 358
3° Jubim - 332
4° Benita Marinho- 310
5° Fatima Medeiros- 298

Suplentes

6° Nete - 265
7° Jonas - 263
8° Eder - 215
9° Nelivan- 198
10° Leandro- 204

Demais Candidatos 

Maria Tavares – 109
Lu Vinhote -73
Idaliana – 56





sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Fogo em vegetação: Aumento de ocorrências preocupa bombeiros civis em Juruti (PA).

O aumento significativo das temperaturas e a ausência de chuvas do verão amazônico criam o cenário propício para incêndios. As queimadas continuam a ser registradas em Juruti, no oeste do Pará, o que tem preocupado a Brigada de Bombeiros Civis. Segundo o levantamento feito, em 2023, já são 47 ocorrências desta natureza, sendo 19 em agosto e 16 em setembro. 

Além dos incêndios que ocorrem em áreas urbanas, existem também as queimadas em áreas florestais, que são mais comuns em nossa região e neste período, há uma tendência, de que ocorram com maior frequência. De acordo com os brigadistas, áreas próximas a rodovia e a ferrovia e áreas onde há moradores com atividades agrícolas e de roçagem, estão entre as mais vulneráveis e que precisam de maior atenção.
 
Prevenção 

A rotina da brigada não é composta apenas pelos atendimentos das ocorrências, a corporação também concentra esforços em repassar orientações para a prevenção, que inclui o monitoramento de áreas com maior vulnerabilidade. 

“Devido as ocorrências anuais, a gente mantém um histórico de áreas e isso norteia o nosso trabalho e através das inspeções nestes locais, há uma rotina dos bombeiros civis para que nossos profissionais percorram esses pontos críticos, com o objetivo de evitar uma possível queimada. Ao detectar um foco inicial a gente já combate, a fim de evitar um foco maior que possam gerar grandes incêndios”, destaca Pedro Pereira, Coordenador da Brigada de Bombeiros Civis em Juruti. 
Muitas destes incêndios em áreas florestais são provocadas pela ação humana. Podem estar ligadas às atividades econômicas, iniciadas por agricultores que querem preparar o solo para a plantação ou em áreas de pastagens, situações que podem ser evitadas. 

“Às vezes não se tem os equipamentos necessários ou não há o conhecimento de como fazer de forma segura, o que favorece para que estes focos causem incêndios maiores atingindo outras áreas. A principal orientação é evitar a queima de lixo e o uso do fogo para o roçado. Com prevenção e conscientização de todos, a gente consegue reduzir o número de ocorrências”, diz Pedro Pereira. 

Entre os projetos sociais, está a Brigada Mirim. Além das atividades de bombeiro, como noções de combate e prevenção de incêndios, primeiros socorros e emergências, também são repassados para as crianças ensinamentos sobre educação ambiental. 

Para evitar queimadas: 

- Nunca queime o lixo doméstico e/ou entulhos e folhas secas. Um pequeno foco pode se alastrar e afetar áreas extensas.

- Mantenha os terrenos sempre limpos, não deixe a vegetação crescer sem controle.

- Não jogue pontas de cigarro acesas, latinhas ou garrafas nos acostamentos de rodovias ou região de matas, pois eles facilitam o início de incêndio.

- Evite queimar pastagens ou áreas de plantação: procure alternativas sustentáveis e não esqueça de fazer a manutenção dos aceiros.

Brigada de Bombeiros Civis

Com aproximadamente 60 mil habitantes, Juruti não possui unidade de Bombeiros Militares. A representação mais próxima está em Santarém, sede do 4° Grupamento de Bombeiro Militar, a mais de 200 km de distância, o que inviabiliza a atuação em casos de emergências. Os bombeiros civis atuam em instalações privadas como porto, mina e áreas remotas onde há a atuação da Alcoa, que minera bauxita no município há 14 anos.

Cumprem ainda um papel social importante, compartilhando informações para melhorar a qualidade de vida da comunidade. Ao todo, os 24 bombeiros que compõe a brigada e dão apoio em ocorrências na cidade, envolvendo chamados para combate a incêndio em residências ou vegetação, além de primeiros socorros em acidentes. 

“Nossa Brigada de Emergência é composta por bombeiros civis e brigadistas de incêndio espalhados pela planta Alcoa em Juruti, tanto na mina quanto no porto. São pessoas com formação e que cumprem a norma do Corpo de Bombeiros com capacidade para executar atendimento inicial nas áreas em que estão alocados. Além do efetivo, temos dois caminhões de combate a incêndio com capacidade para 6 mil litros cada um, que combatem em todas as classes e que auxiliam em ocorrências fora da Alcoa também”, conclui o coordenador da Brigada.

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Equatorial Pará inaugura primeira subestação de energia em Juruti.

Com a implantação da subestação, a distribuidora fortalecerá o sistema de energia e promoverá mais desenvolvimento na região do Baixo Amazonas.


A Equatorial Pará inaugura nesta quarta-feira, 20, a primeira subestação de energia do município de Juruti, localizado na região do Baixo Amazonas. O investimento, de cerca R$ 20,77 milhões, vai aumentar a capacidade do sistema e melhorar a qualidade do fornecimento de energia elétrica, o que beneficiará mais de 16 mil famílias, além da área do comércio e indústria.

A nova subestação vai garantir mais confiabilidade e, também, possibilitará a instalação de novos empreendimentos na região, o que contribuirá para o fortalecimento do desenvolvimento econômico do município de Juruti. A capacidade de geração da nova subestação é de 30 MVA. A energia já está integrada ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A subestação foi projetada para operar com tecnologias avançadas do segmento de alta tensão, com sistema automático de recomposição em casos imprevistos. A comunicação da subestação será feita por meio de fibra óptica com monitoramento 24 horas realizado através do Centro de Operações Integradas da Equatorial Pará. Também contará com a tecnologia de sistema de medição operacional a qual ajudará no controle de demanda de combate a perdas de energia na localidade.

De acordo com o superintendente das regionais Oeste e Centro, Brunno Margato, o novo sistema permite a desativação da Usina Termoelétrica a óleo diesel que há muitos anos abastecia a área urbana e parte da zona rural do município, garantindo a melhoria na qualidade e confiabilidade do fornecimento de energia, além de fomentar o crescimento do mercado. “Só este ano, com essa obra em Juruti, a empresa entrega ou amplia 12 subestações  em todo o Pará. Estamos comprometidos em prestar, cada vez mais, um serviço de qualidade em todos os cantos do estado”, enfatiza Brunno.

Ainda conforme Brunno Margato, a entrega da nova subestação, além de melhorar a vida de milhares de clientes, com mais qualidade do sistema, simboliza, também, o compromisso da distribuidora de energia com o desenvolvimento do estado.


DESATIVAÇÃO DA USINA

Com a desativação da usina a diesel, que abastecia a região anteriormente, toneladas de dióxido de carbono (CO2) devem deixar de ser lançadas ao meio ambiente.
Vale ressaltar que, para a interligação do município ao SIN, foi construída uma nova Linha de Transmissão e subestação. A Nova linha de Transmissão, de responsabilidade da Transmissora Parintins Amazonas, foi construída em 230 kV, em circuito duplo, com extensão aproximada de 138 km, com origem na Subestação Oriximiná e término na Subestação Juruti. 

Além destas obras, também foi realizada a modernização da rede de distribuição do município, visando garantir maior qualidade de fornecimento de energia à população local. 


CULTURA

O muro da subestação é uma obra de arte a céu aberto. Para valorizar a cultura local, a distribuidora de energia convidou artistas da região para realizarem pinturas em grafite que retratam o dia a dia do município.

Vale lembrar que a Equatorial Pará vem se destacando como uma das maiores incentivadoras da cultura do Estado, inclusive é a patrocinadora oficial do Festival das Tribos Indígenas de Juruti – o Festribal, uma das maiores festas culturais da região.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Alcoa e comunidades entram em acordo para atividades de dragagem no canal de acesso ao porto de Juruti (PA).

A Alcoa e as comunidades entraram em um acordo para as atividades de dragagem no canal de acosso ao porto da mineradora, localizado no Rio Amazonas, em Juruti, no oeste do Pará. O acordo que garante a autorização da população e comunidades diretamente afetadas saiu no dia 5 de setembro, após 9 horas de debates ocorridos em um Audiência Pública. Um comitê gestor foi formado para acompanhar os trabalhos e definir as compensações.

“Saímos felizes da reunião. A Alcoa fez um acordo com as comunidades, juntamente com o Ministério Público e o advogado representante deles. Então, os próximos passos serão reuniões do comitê gestor que foi formado que representa essas comunidades e que vai continuar as discussões com a Alcoa. O acordo prevê o pagamento de algumas indenizações e o início imediato das atividades”, destaca Josiane Rosa, Bióloga da Alcoa e que acompanha o processo.
Representando as comunidades localizadas na área de influência da atividade, o advogado Dilton Tapajós ressaltou a importância do diálogo entre a mineradora e a população, mediada pelo Ministério Público, sendo possível um consenso entre as partes. “É muito importante para a comunidade estar informada, esclarecida e respeitada. É o início da construção de um diálogo respeitoso. Quero frisar a participação e o esforço do Ministério Público por meio desta audiência pública”, conclui Tapajós. 

Para aumentar a confiabilidade da navegação, o processo de dragagem para a manutenção do rio Amazonas, deve ser iniciado no mês de setembro. A área onde vai acontecer a manutenção é na ilha do Maracassú, próximo ao Macacaúba, em frente à cidade, para permitir que as embarcações maiores possam entrar e sair sem riscos de encalhar. Ao todo, seis comunidades estão localizadas na área.   

A ideia é retirar o excesso de sedimentos apenas em pontos críticos, que são locais onde existe potencial de restrições para a navegação no período de estiagem por falta de profundidade adequada. A elaboração de um Plano Conceitual de Dragagem é um requisito legal estabelecido no Artigo 3º da Resolução Conama nº 454/2012. A dragagem no canal será realizada para garantir a trafegabilidade segura das embarcações, independentemente das épocas de cheia ou de seca do rio Amazonas.

“A empresa cumpre os requisitos legais perante os órgãos licenciadores, mas a licença social é muito importante. A comunidade tem que participar deste processo porque serão os principais afetados. Foi uma excelente discussão e conseguimos chegar a um consenso após nove horas de audiência”, declara Nayme Lopes, Secretária Municipal de Meio Ambiente.  

Historicamente, o leito do rio tem sofrido mudanças por conta do assoreamento e consequentemente, isto tem afetado a navegação, não só dos navios da Alcoa, mas também da navegação comercial de cargas e passageiros, além da navegação ribeirinha. São décadas de mudanças, surgimento de ilhas, bancos de areias ou assoreamento do canal e que têm aumentado o risco de acidentes na navegação.

O que vai ser feito é uma dragagem de manutenção, que é recomendada para casos em que a remoção de material assoreado depositado nos corpos hídricos se faz necessária, além de colaborar na manutenção das profundidades dos canais de navegação. Ou seja, o objetivo desobstruir o canal já existente, assegurando que ele mantenha a profundidade que tinha antes.

As comunidades, organizações e governo municipal estão sendo envolvidos para que os impactos sejam os menores possíveis. Comunitários, pescadores e população em geral estão sendo informados e orientados. 

A Alcoa também disponibilizou um número de telefone para que qualquer pessoa que tiver dúvidas, sugestões ou reclamações possa ligar e entrar em contato para falar sobre a dragagem (93) 98129-0399.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Desafios ESG para uma atuação mais sustentável marcaram os painéis da Alcoa na Exposibram e na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias.


Executivos da empresa debateram como equilibrar a expansão da mineração com a transição para uma economia de baixo carbono


Setembro de 2023 - Transição energética, descarbonização, economia circular, gestão sustentável de resíduos e bioeconomia foram apenas alguns dos temas que permearam os painéis da Alcoa na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (Exposibram 2023), tradicional evento do setor realizado de 28 a 31 de agosto no Hangar Centro de Convenções & Feiras da Amazônia, em Belém (PA). A empresa, líder mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio no Brasil, também esteve na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, que aconteceu simultaneamente, de 30 de agosto a 1º de setembro, no mesmo local. 

No total, cinco executivos da companhia palestraram em cinco painéis, sendo quatro na Exposibram e um na Conferência. Em comum, o foco na construção de um futuro mais sustentável a partir de soluções que conciliam a preservação da biodiversidade e o desenvolvimento compartilhado para as comunidades. Otávio Carvalheira, presidente da Alcoa Brasil; Alfredo Duarte, diretor de Energia; Hélio Lazarim, diretor de Operações de Juruti (PA); Lívia Mello, gerente de Reuso de Resíduo de Bauxita e Thaíza Bissacot, diretora regional de Meio Ambiente mostraram, dentro das suas áreas de atuação, caminhos para equilibrar a necessidade da expansão da mineração, sobretudo de minerais estratégicos, com a transição para uma economia de baixo carbono, capaz de reduzir os impactos das mudanças climáticas. 

“É por isso que estamos investindo muito em inovação com foco em reciclagem, uso de biocombustíveis e eletrificação de equipamentos e operações. É um caminho sem volta”, afirmou Carvalheira, durante o painel Inovação para Sustentabilidade Social, realizado pelo Mining Hub, no dia 30/8. 

Em paralelo, os visitantes da Exposibram também conheceram o estande institucional da Alcoa, onde aprenderam mais sobre o processo de mineração de bauxita e ficaram por dentro de novidades das três plantas operacionais (Juruti-PA, Poços de Caldas-MG e Alumar-MA). Já a equipe da área Comercial aproveitou o evento para realizar reuniões com 26 fornecedores, em dois dias de rodadas de negócios, para esclarecimentos de dúvidas sobre a atuação da empresa, operações e produtos.

Pessoas no centro

Outro recado forte deixado pela Alcoa em ambos os eventos é de que não existe agenda forte de ESG apenas com investimentos ambientais: é essencial colocar o ser humano no centro da estratégia de negócios, direcionando o olhar para a diversidade e o fortalecimento socioeconômico das comunidades, gerando emprego e renda para reduzir desigualdades.

Neste caminho, Fábio Costa, analista de Relações Comunitárias e Comunicação Externa, e Nathalia Amâncio, analista de Endomarketing, atuaram respectivamente como mediadores de rodas de conversas com foco em inclusão para pessoas com deficiência e outros grupos sub-representados (mulheres, pretos e pardos, pessoas com deficiência e profissionais LGBTQIAP+). 

Na mesa Diversidade e Inclusão: conheça as redes de apoio da Alcoa, por exemplo, os colaboradores Adenilson Santos (ABLE - pessoas com deficiência), Keila Silva (AWN – Rede de Mulheres) e Micheline Nascimento (AWARE – pessoas pretas e pardas) trouxeram reflexões importantes e um rico debate sobre o respeito à representatividade e o empoderamento para um ambiente de trabalho mais inclusivo.

Sobre a Alcoa Brasil

Líder mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos dedicados ao desenvolvimento compartilhado e sustentável. A empresa adota as melhores práticas de inovação para trabalhar com eficiência, segurança e sustentabilidade, fortalecendo as comunidades das regiões onde atua. No Brasil são três unidades produtivas: Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA); três escritórios: São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG) e Belém (PA); e participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito. Com 17 mil colaboradores, diretos e indiretos, a Alcoa segue impulsionada por valores como “agir com integridade”, “trabalhar com excelência”, “cuidar das pessoas” e “liderar com coragem” para unir excelência operacional, desempenho econômico, impacto social e proteção ambiental na construção de um futuro melhor.



quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Instituto Alcoa aprova mais de R$ 1,8 milhão no Programa de Apoio a Projetos Locais 2023.

Os projetos comunitários selecionados têm foco de atuação nas áreas de educação, empreendedorismo e geração de trabalho e renda.

O Programa de Apoio a Projetos Locais é uma das iniciativas do Instituto Alcoa que contribui com o desenvolvimento dos territórios onde a Alcoa está presente. Realizado anualmente, o edital recebe inscrições de projetos desenvolvidos por organizações da sociedade civil e/ou do poder público nas frentes prioritárias do IA: educação (com foco no Ensino Fundamental), geração de trabalho e renda e empreendedorismo.

Os projetos aprovados no Edital 2023 têm o potencial de beneficiar cerca de 5 mil pessoas nos municípios de Juruti/PA, Poços de Caldas/MG e São Luís/MA. A novidade no edital deste ano está na formação em monitoramento e avaliação de resultados, que será oferecida às organizações pelo Ficas – organização parceria do Instituto Alcoa na realização do Programa de Apoio a Projetos Locais.

“Trabalhamos para catalisar mudanças nos territórios por meio do investimento em projetos de Educação e de Geração de Trabalho e Renda, construindo relações de confiança e gerando parcerias com organizações da sociedade civil e com as comunidades dos territórios em que atuamos. Entendemos que o real impacto só acontecerá com uma atuação conjunta, colaborativa e participativa – premissas que norteiam a concepção do Programa de Apoio a Projetos Locais” explica Monica Espadaro, Diretora Executiva de Operações do Instituto Alcoa.  


Confira os projetos selecionados: 

Juruti

● Ampliação de salas de aula, Associação de Pais e Mestres da EMEF Maria da Saúde Pinheiro Cunha.
● Coopera Juruti: Fortalecimento da Agricultura Familiar de Juruti, Cooperativa da Agricultura Familiar de Juruti.
● Fortalecendo o Protagonismo das Mulheres Produtoras Rurais da Comunidade de Cruzeiro, Instituto Vitória Régia.
● Avançando para um Pescado Sustentável e Inclusivo em Juruti- Fase II, Sociedade para Pesquisa e Proteção do Meio Ambiente.

Poços de Caldas

● Programa “De Volta ao Ciclo”, Associação dos Catadores e Separadores de Materiais Recicláveis de Poços de Caldas.
● Cinema sem fronteiras, Associação Instituto Beneti.
● Leitura e Imaginação: para além dos muros da instituição, Associação dos Deficientes Físicos de Poços de Caldas
● Cidadão do Amanhã - formar para transformar, Fundação Gota de Leite de Assistência à Criança.

São Luís

● Ler é viver, Sociedade de Amigos das Bibliotecas do Maranhão.
● Nave Empreende, Organização em prol da Natureza, Arte, Vida e Educação.
● Ela na Obra, Associação Ela na Obra.


Inclusão e Diversidade

O Programa de Apoio a Projetos Locais também incentiva o desenvolvimento de iniciativas que estimulem a inclusão de mulheres, grupos étnico-raciais, pessoas com deficiência e da comunidade LGBTQIAP+ nos territórios.

Em Poços de Caldas, o projeto “Leitura e Imaginação: para além dos muros da instituição”, da Associação dos Deficientes Físicos de Poços de Caldas será impulsionador de jovens com deficiência física.

Em Juruti, o projeto Fortalecendo o Protagonismo das Mulheres Produtoras Rurais da Comunidade de Cruzeiro, do Instituto Vitoria Regia, irá fornecer autonomia e protagonismo para mulheres empreendedoras, estimulando a inclusão e reconhecimento das mulheres como protagonistas de suas conquistas. Assim como em São Luís, o projeto da Associação Ela na Obra, também tem por objetivo reconhecer a autonomia da mulher na área da construção civil através de formações. 


Sobre o Instituto Alcoa

Fundado em 1990, no Brasil, o Instituto Alcoa é uma entidade sem fins lucrativos, que tem o propósito de transformar coletivamente os territórios em que a Alcoa está presente – Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA) – a fim de torná-los mais inclusivos e menos desiguais.
Para isso, o Instituto Alcoa promove iniciativas em educação e geração de trabalho e renda, causas estruturantes para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, além de incentivar a participação social e o diálogo em torno das causas como forma de mobilização para o engajamento. Sua atuação se conecta às políticas públicas e agendas de interesses globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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