sexta-feira, 25 de novembro de 2022

CRAS: A iniciativa que garante reabilitação de animais silvestres em Juruti (PA).


 

Parceria entre Alcoa e Prefeitura viabiliza atendimentos para animais encontrados na área urbana do município e na Área de Proteção do Lago Jará.

 

Uma moderna unidade especializada para o atendimento e recuperação de animais de pequeno, médio e grande portes. Assim é o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) sediado em Juruti, município do oeste do Pará. Em funcionamento há 2 anos, o CRAS faz parte de um sistema de gestão e conservação da flora e fauna na área da mineração da Alcoa, empresa que atua na exploração de bauxita e que atendeu 1.173 animais.

 

Em maio de 2022, a mineradora e a Prefeitura de Juruti, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), assinaram Termo de Parceria expandindo os atendimentos do Centro. A Secretaria passou a ser responsável pelo processo de triagem e posterior encaminhamento à unidade especializada da Alcoa para atender também os animais silvestres encontrados na área urbana do município e na Área de Proteção do Lago Jará.

 

Animais vítimas de maus tratos ou debilitados, possuem prioridade nos atendimentos. “Ao identificar um animal silvestre nessas condições, a população entra em contato diretamente com a Semma. Após acionada, a Secretaria fará todo o processo de triagem e o encaminhará ao CRAS”, explica a supervisora de Biodiversidade da Alcoa Juruti, Susiele Tavares.

 

O CRAS conta com uma equipe de oito colaboradores em regime de plantão, com duas pessoas em cada turno: uma médica veterinária e um auxiliar, o que assegura o funcionamento 24 horas. Sua estrutura é composta por sala de registro e controle; sala de higienização geral; ambulatório para triagem; centro cirúrgico, para realização de procedimentos de baixa e média complexidade; farmácia; sala de nutrição; sala de necropsia; sala de esterilização e outros 12 recintos.

 

O centro também realiza parceria com universidades, para o aproveitamento científico de animais que vem a óbito, dentre elas a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Campus de Belém, e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), em Santarém. Essas universidades recebem esse material para incorporá-los aos acervos dos seus museus de zoologia para estudos científicos, como: estudos anatômicos, estudos necroscópicos, taxidermias e descrição de espécies.

“Atendemos animais que são vítimas de atropelamento tanto na rodovia, quanto na ferrovia e na área urbana. Os répteis sempre estão à frente devido ao hábito em se aquecer em locais onde há grande movimentação de veículos. Alguns, infelizmente, são recebidos sem vida, porém, quando apresentam boas condições de conservação, eles são triados para o envio às universidades para incorporá-los aos acervos dos seus museus de zoologia para estudos científicos desenvolvidos, tais como estudos anatômicos, necroscópicos, taxidermias e descrição de espécies”, explica a médica veterinária Rafaelle Santos.

 

A tecnologia avançada dos equipamentos aliado ao empenho de uma equipe de profissionais qualificados resulta em maior taxa possível de sobrevivência dos animais atendidos. Através da aquisição de um aparelho de ultrassonografia veterinário e um aparelho de radiografia digital portáteis, houve aumento no percentual de sobrevivência de 63% para 68%.

 

Campanha “Animais Eu Protejo” 

 

O funcionário da Alcoa que auxilia no resgate de animais silvestres é reconhecido pela empresa. Esta é a dinâmica da Campanha “Animal, Eu Protejo”, provida pela Alcoa, com a finalidade de prevenir incidentes com animais nas áreas onde a empresa atua em Juruti. 

 

O colaborador que identificar um animal nessas condições deve avisar a Central de Comunicação de Emergências (CCE) para que ele seja resgatado e receba o tratamento adequado. Pode ser pelo ramal 9193, pelo celular (93) 98115-1738 ou pela faixa 1 do rádio.

 

Com a ação, o funcionário ajuda a preservar o meio ambiente e recebe um brinde como forma de reconhecimento.

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

ORLA DA VILA MUIRAPINIMA GANHA ILUMINAÇÃO A LED PARA CAMPEONATO DE FUTEBOL DE AREIA.

Nesse mês de novembro a orla da Vila Muirapinima, no Município de Juruti ganhou iluminação de LED, a iluminação se deu por conta do campeonato de futebol de areia que iniciou no último dia 04 de novembro do ano corrente.

Obra foi realizada em uma parceria entre o grupo Matos, vereador Francinei Andrade, prof. Hueriton, ajato Pedro Neto .

 O projeto conta com 8 refletores de 200 whats e  teve um investimento no valor de 10 mil reais e devem ficar na orla até final do campeonato com previsão pra termino final de janeiro.

O Campeonato conta com 28 times masculino e 12 feminino.

Premiação do time masculino
1° colocado: 2.500,00
2° colocado: 1.000,00
3° colocado: 500,00

Premiação feminino
1° colocado: 1.500,00
2° colocado: 750,00
3° colocado: 300,00

Locomotiva Verde: o projeto que compensa emissões de CO2 no sistema ferroviário por meio de reflorestamento em Juruti (PA).

Compensar as emissões de Dióxido de Carbono (CO2) do sistema ferroviário por meio do reflorestamento. Esta é a missão do Projeto Locomotiva Verde implantado em Juruti, no oeste do Pará, município em que a Alcoa opera na extração de bauxita. O impacto causado pela operação da locomotiva que transporta o minério da mina para o porto em um trajeto de 55 km é neutralizado pelo plantio de mudas nativas.

O projeto, apoiado pela Alcoa Foundation em parceria com o American Forest e o Instituto Vitória Régia, foi iniciado em 2015 e conta com a participação de comunitários. Em pouco mais de 7 anos foram realizados o plantio de 40 mil mudas de árvores em 24 hectares distribuídos em seis comunidades, entre elas, a comunidade Galileia, na região de Juruti Velho. Ao longo de 20 anos, essas mudas irão compensar 1.600 toneladas de CO2 emitidas pela locomotiva.

De acordo com o coordenador do projeto, o Supervisor de Operação e Manutenção da Ferrovia da Alcoa Juruti, Kaio Coutinho, a iniciativa se dá em três etapas. A primeira consiste em um inventário para quantificar o CO2 emitido, ou seja, a quantidade de gases emitidos pela operação da ferrovia. O levantamento é feito pela Alcoa e apresentado em seu relatório anual de sustentabilidade. A segunda etapa consiste na definição da quantidade e das espécies que serão plantadas para realizar a compensação e a terceira é a definição das áreas a serem contempladas.

“Estamos dialogando e envolvendo a comunidade. Seja na educação ambiental falando a respeito do progresso sustentável que a Alcoa tem em parceria com a comunidade, seja através do ensino e capacitação técnica para produção de mudas e com isso a empresa também atende o desejo da comunidade de recuperar essas áreas com espécies que tenham valor comercial como frutas e essências. É um projeto que visa uma evolução sustentável”, conclui o coordenador do projeto. 

Funcionário da ferrovia há 12 anos, Adonaldo Santos é testemunha desta evolução. Nascido na comunidade Araçá Branco, ele já foi sinaleiro, maquinista e agora atua como técnico analista dando suporte na supervisão e na gerência. Conhece como poucos a rotina do vai e vem dos vagões pelos trilhos e sente orgulho de fazer parte de uma iniciativa sustentável. 

“É muito gratificante estar numa empresa que tem a visão de uma operação segura e sustentável. O projeto Locomotiva Verde vem reforçar o compromisso que a Alcoa tem com a região. Fico feliz de estar envolvido neste projeto e ter a certeza de que a nossa pegada ambiental para o transporte de minério é reduzida através desta iniciativa. Operar com sustentabilidade faz toda a diferença na vida das pessoas”.  

Menos poluição 

O modal ferroviário no Brasil é voltado para o transporte de carga. As ferrovias brasileiras transportam mais de 400 milhões de toneladas por ano usando locomotivas diesel-elétricas. O meio de transporte é mais limpo que o rodoviário, e agrega valor sustentável em suas operações.
Por isso, as ferrovias buscam reduzir as emissões para alcançar os padrões globais e a Alcoa utiliza uma locomotiva com estas características. Além das árvores plantadas para capturar o CO2 emitido, o próprio maquinário opera no sistema diesel-elétrico com o objetivo de reduzir custos e emissões de poluentes, tornando sua operação mais limpa e sustentável.

domingo, 20 de novembro de 2022

Acorjuve faz repasse a beneficiários do RAUF.


Nestes dias 19 e 20 novembro do ano corrente, a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (ACORJUVE) está fazendo o repasse trimestral do apoio a Unidade Familiar (RAUF), o repasse que os beneficiários tem direito sobre 50% do 1,5% do resultado da lavra que recebe sobre a  extração de minério feito pela mineradora Alcoa no município de Juruti. Sao  2.882 benefíciarios e cada um receberá R$ 640, 00 ( seiscentos e quarenta reais), totalizando R$  1.844.480,00 (Um milhão oitocentos e quarenta e quatro mil quatrocentos e oitenta reais) nesse trimestre que vai movimentar a economia da região. A entidade possue em torno de 5 mil associados.

 

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quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Alcoa é eleita a terceira melhor empresa da região norte para se trabalhar.

 

Eleita a terceira melhor empresa para se trabalhar na região norte, Alcoa recebe prêmio da GPTW em Belém (PA)

 


Pelo segundo ano consecutivo, a Companhia foi premiada no ranking elaborado pelo GPTW (Great Place to Work) em parceria com a Revista Época Negócios

 

Eleita a terceira melhor empresa de médio porte para se trabalhar na região norte e a 29ª em todo o Brasil, a Alcoa recebeu o reconhecimento GPTW (Great Place to Work) em parceria com a Revista Época Negócios. O prêmio foi entregue em Belém, no Pará, nesta terça-feira (8). Este é o segundo ano consecutivo que a mineradora conquista esta certificação,

 

Em 2022, a pesquisa foi feita com mais de 4 mil empresas nas diversas regiões do nosso país. Todas passaram pelo mesmo processo, que incluiu entrevistas e pesquisas com os funcionários, para entender um pouco mais da cultura do que fazem sobre ações e práticas de gestão de pessoas. Apenas 12 empresas participaram da solenidade de premiação, entre elas a Alcoa.

 

A certificação leva em conta a Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho e Camaradagem (75% da pontuação). Também foram avaliadas as práticas e políticas implementadas para os colaboradores (25%). A Alcoa subiu de 85 para 88 na pontuação geral da pesquisa e, de 63 para 74, no E-NPS, índice que mede o nível de lealdade dos colaboradores

 

Entre as muitas boas práticas da Alcoa, reconhecidas pelos seus colaboradores e colaboradoras, estão os programas de desenvolvimento e planos de carreira bem definidos, além dos investimentos para tornar as operações mais inclusivas para todos e todas.

 

Essa premiação vem se somar a outras recebidas este ano. A Alcoa foi a 3ª Melhor em Minas Gerais, e a Melhor Empresa para Trabalhar no Maranhão, ambos entre as empresas de grande porte e todos pelo GPTW. A Alcoa também foi selecionada como uma das 38 melhores empresas para a população LGBTI+ trabalhar, pela Human Rights Campaing Foundation (HCR), em parceria com o Instituto Mais Diversidade e o Fórum de Empresas LGBTI+, e reconhecida como destaque do setor de Mineração em pesquisa de Diversidade e Inclusão do Instituto Ethos.

 

Para Haline Aquino, representante da GPTW, foi um orgulho  ter a Alcoa na premiação representando a região e sendo uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. “Estamos aqui não só para celebrar e reconhecer vocês, mas para tornar exemplos para o nosso país, como empresas que realmente se preocupam com as pessoas e isso faz com que as empresas sejam mais rentáveis e melhores para o mundo. Que bom que estamos de volta ao modelo presencial, uma vez que todos nós passamos por dificuldades nas empresas nos últimos anos. Algumas ainda se recuperam, outras deram uma grande reviravolta em seus negócios, na gestão de pessoas com maior flexibilidade e adaptabilidade criando modelos e novas dinâmicas”. 

 

De acordo com Emerson Rocha, gerente de relações governamentais da Alcoa, a premiação é muito importante por consagrar a operação baseada em cuidar das pessoas e representa todo o esforço dos funcionários. 

 

“É um imenso orgulho para a Alcoa estar aqui representando colaboradores que estão há quase 1 mil km de distância de Belém, dentro dessa imensidão do nossos Pará, no município de Juruti. Sabemos do desafio que é operar na Amazônia, sabemos também das oportunidades e responsabilidades que temos com isto. Para uma empresa como a Alcoa que trabalha no coração da Amazônia precisamos estar integrados aos valores da comunidade, assim como temos consciência da nossa responsabilidade social e ambiental. Trazemos isso não só na nossa operação, mas junto com a população de Juruti”,

 

Em Juruti, município de aproximadamente 60 mil habitantes, às margens do Rio Amazonas, a Alcoa opera há mais de uma década e emprega cerca de 500 funcionários diretos e 2 mil indiretos, dos quais 90% paraenses, 50% de Juruti e 25% são mulheres

 


Sobre a Alcoa

 

Líder mundial em produtos de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos e excelência operacional, operando com inovação desde a revolucionária descoberta que fez do alumínio uma parte vital e acessível da vida moderna, há mais de 130 anos.

 

A Companhia segue impulsionada pelos seus Valores – Agir com Integridade, trabalhar com Excelência, cuidar das pessoas e liderar com coragem. No Brasil, a Alcoa possui três unidades produtivas, em Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA), escritórios em São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG) e Brasília (DF), além de participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito.

 

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Oficina de Grafite e muralismo começa com sucesso na Vila Muirapinima.


Com um resultado positivo e de grande beleza, começa a sair do papel a Oficina de Grafite e muralismo, o projeto cores do Pará é uma realização da Fundação Cultural do Pará através da Lei semear com o patrocínio da Equatorial.

Neste projeto que tem duração de 2 semanas, estão sendo atendidas 40 alunos participantes, o objetivo é promover educação e arte para crianças e adolescentes a partir de 12 anos.

A ministração da oficina acontece de segunda a sexta-feira de (8:00 às 12h), sob o comando de Andy Santos com auxílio de Manoel Souza, onde os alunos já demonstraram grande interesse e aceitação pela arte nos muros em ambientes públicos, com os temas meio ambiente, diversidade e paz. O projeto contou também com apoio da Emef Miriam Benitah.

É uma satisfação ver os primeiros trabalhos artísticos e reforçamos nossa satisfação com a ideia como instrumento de valorização à arte e, sobretudo à educação. Com esta oficina, o projeto esta dando oportunidade de mostrar para os jovens que eles podem mostrar seus talentos que vão muito além de pichação, pois pichação é uma coisa e grafite é arte embelezando a comunidade.

 






quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Em Ciclo de Debate, especialistas refletem sobre a Educação em Tempos de (Pós)Pandemia: como redes e escolas podem efetivar o direito à educação?

Pelo terceiro ano consecutivo, Instituto Alcoa e Cenpec promovem iniciativa aberta à participação de profissionais da educação.

 


Nos dias 13, 20 e 27 de outubro, sempre às 18h, acontecerá o Ciclo de Debates Educação em Tempos de (Pós)Pandemia: como redes e escolas podem efetivar o direito à educação?, um espaço de reflexão com grandes nomes da Educação sobre os desafios atuais do campo. A iniciativa é realizada no âmbito do Programa Ecoa Formação, desenvolvido pelo Instituto Alcoa com coordenação técnica do Cenpec. Os encontros são gratuitos, com transmissão pelo Youtube no canal do Centro de Referência do Professor de Poços de Caldas (MG) - CERPRO: bit.ly/AgendaCicloDebates.

Em cada um dos três encontros, renomados especialistas apresentarão suas contribuições sobre os principais desafios para a efetivação do direito à educação no atual contexto brasileiro. Fernando Abrucio e Maria Alice Setubal são os convidados do primeiro dia (13/10). Em seguida (20/10), participarão Valter Silvério e Sandra Ferreira. Por fim, as discussões serão realizadas por Alexsandro Santos, Eloisa Vidal e Sofia Lerche (27/10). A mediação do Ciclo de Debates será conduzida por Romualdo Portela de Oliveira, diretor de pesquisa e avaliação do Cenpecsaiba mais sobre os participantes logo abaixo.

 

O Ciclo de Debates contribui com a estratégia do Programa Ecoa Formação levantando questões atuais e que necessitam de atenção e conversas. “Através do conhecimento e experiência de especialistas em educação, buscamos encontrar alternativas para problemas sistêmicos. O conjunto de diferentes perspectivas ajuda a vislumbrar novos caminhos e possíveis soluções, para que possamos avançar na melhoria da educação”, avalia Monica Renata Espadaro, gerente de Projetos Comunitários do Instituto Alcoa.

 

Corroborando com essa visão, Solange Feitosa, coordenadora da Diretoria de Pesquisa e Avaliação (DPA) do Cenpec, argumenta que promover encontros dessa natureza é cada vez mais necessário. “Nunca vivemos um momento tão ímpar e singular na educação nacional como agora, sendo necessário a nós, educadores e instituições comprometidas com uma educação de qualidade e democrática, nos debruçar sobre os desafios impostos pela conjuntura e buscar formas de superação”.

 

O PROGRAMA ECOA FORMAÇÃO

Fruto da parceria entre Instituto Alcoa e Cenpec, o programa é desenvolvido desde 2020 e tem como objetivo estratégico evidenciar e incidir sobre as desigualdades educacionais, por meio de ações pautadas nos resultados educacionais e em políticas públicas comprometidas com o alcance de patamares superiores de qualidade, de acesso, de permanência e de aprendizagem nas trajetórias dos estudantes. Atualmente, são atendidos diretamente pela iniciativa cerca de 400 educadoras(es) e técnicas(os), envolvendo 37 escolas das redes municipais de ensino de Juruti (PA), Poços de Caldas (MG) e São Luís (MA). Saiba mais.

 

 

PARTICIPANTES

   Alexsandro Santos – Doutor em Educação (USP). É diretor-presidente da Escola do Parlamento e professor do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Programa de Mestrado Profissional em Formação de Gestores Educacionais da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

   Eloisa Vidal Doutora em Educação (UFC). É professora associada da Universidade Estadual do Ceará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Planejamento e Avaliação Educacional.

   Fernando Abrucio – Doutor em Ciências Políticas (USP), foi pesquisador visitante no MIT. É professor e pesquisador da FVG-SP e coordenador da área de Educação do Centro de Estudos de Administração Pública e Governo (Ceapg-FGV).

   Maria Alice Setubal – Doutora em Psicologia da Educação (PUC-SP) e mestre em Ciência Política (USP), foi coordenadora de Educação para América Latina e Caribe do UNICEF. É fundadora e integrante do Conselho de Administração do Cenpec e da Fundação Tide Setubal.

   Romualdo Portela de Oliveira Doutor em Educação pela USP, é presidente da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) e diretor de Pesquisa e Avaliação do Cenpec.

   Sandra Ferreira – Doutora em Educação (PUC-SP). É professora na Pós-Graduação da UNICID, onde coordena o Programa de Pós-Graduação: Formação de Gestores Educacionais (PPGP-Ge). Pesquisadora associada do Centro Internacional de Estudos em Representações Sociais e Subjetividade (CIERS-Ed). Pesquisadora no Núcleo de Pesquisa Internacional em Representações Sociais (NEARS-PUC/SP).

   Sofia Lerche – Doutora em Filosofia e História da Educação (PUC-SP), com Pós-Doutorado pela Universidad Nacional de Educacion a Distância (UNEd), Espanha. É professora titular da Universidade Estadual do Ceará (UECE), onde atua no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE).

   Valter Silvério Doutor em Ciências Sociais. É professor titular do Departamento e Programa de Pós-Graduação em Sociologia, da Universidade Federal de São Carlos. Foi professor visitante na Northwestern University em Evanston, IL. Desenvolveu estágio pós-doutoral no Instituto Internacional de Sociologia Jurídica de Oñati, País Basco e no Goldsmith College da University of London.

 

 

 

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