sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
Alunos de Escolas Municipais realizam ação de limpeza das praias da Vila Muirapinima.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
Alcoa promove inclusão e diversidade de gênero na operação da mina de Juruti.
Colaboradores PcDs são responsáveis pelas análises da bauxita e mulheres conquistam espaços na extração do minério.
Cada vez mais, as empresas buscam
oferecer aos seus colaboradores um ambiente onde todos possam se sentir à
vontade para utilizar 100% de sua capacidade. Na operação da mina de Juruti, no
Oeste do Pará, a Alcoa aposta nos talentos, por isso adaptou espaços para a
atuação de colaboradores PcDs, além de incentivar mulheres a exercerem funções
na área de extração do minério.
Na área operacional as análises da bauxita
são conduzidas por três colaboradores. Eles são responsáveis por operar uma
célula robótica em uma sala do laboratório químico. De acordo com a engenheira
química, Jaqueline Duarte, coordenadora da área, o espaço foi adaptado para
receber e absorver os profissionais.
“A partir de 2018, começamos a trabalhar
mais forte nesse trabalho de inclusão, com o programa de desenvolvimento e
capacitação dos nossos profissionais. Integramos a tecnologia que é a célula
robótica às atividades que os colaboradores já desempenhavam. Agora temos uma
sala específica e fomos adaptando uma série de atividades no decorrer desses
anos para que a gente conseguisse trazer um ambiente de trabalho onde todos se
sentissem inclusos e conseguissem desenvolver suas capacidades”, explica a
engenheira.
As mudanças implementadas foram
importantes para que a jurutiense Ocinete Batista, nascida na comunidade Santa
Rosa, conquistasse seu lugar.
“Trabalho operando a célula robótica. Minha
função é colocar amostra no tubo e fazer o monitoramento. O meu trabalho é
muito importante porque, por exemplo, se fosse mandar analisar 40 amostras
teríamos uma perda de tempo de no mínimo 24 horas. Hoje as amostras são
analisas em duas horas e logo em seguida já temos o resultado, com os níveis de
teores de alumina, ferro e sílica”, afirma.
Outro natural de Juruti que se destaca é
Isaac Guimarães. Além de operar e ser o responsável técnico pela célula
robótica, ele também transmite conhecimentos para outros colaboradores. “Quando
eu iniciei aqui neste espaço, a minha função era basicamente preparar as
amostras para ser lida no equipamento. Após me especializar, concluir o curso
técnico em Química, consigo ministrar treinamento para todas as pessoas que
estão neste espaço”, destaca.
O trabalho desempenhado pelos
profissionais é fundamental, já que a célula robótica é responsável por 80% da
capacidade produtiva do laboratório. “Se não existisse a célula robótica, não
daríamos conta da quantidade de amostras que precisamos analisar dentro do
laboratório. A célula robótica vai definir todas as nossas estratégias de mina
e os resultados que a gente tira daqui”, informa Jaqueline Duarte.
A Alcoa também incentiva a capacitação de mulheres para atuar nas frentes de mineração. O exemplo vem da equipe da Geologia, onde trabalha Mikaele Souza. Natural de Juruti, é a primeira mulher a trabalhar na operação de sondagem, um dos procedimentos essenciais para quantificar, qualificar e realizar a modelagem geológica do potencial depósito mineral existente.
“Na verdade, a vaga surgiu para
operadora de caminhão de sondagem e como eu me capacitei na categoria D, já
fazia parte do grupo da Alcoa, então abriu a oportunidade e hoje estou aqui,
gostando muito do que estou fazendo, porque a gente extrai o minério para
amostra para poder ser explorado. É o começo de tudo e por isso requer muita
atenção e conhecimento de quem está em campo”, ressalta.
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Instituto Juruti Sustentável: Alcoa apoia projeto de desenvolvimento no município.
Em três anos, mais de 35 mil moradores do município
foram beneficiados com fomento de ações socioeconômicas e ambientais, gerando
renda e aumento de produtividade
Com o objetivo de atender mais de 35
mil pessoas diretamente no território nos últimos três anos, além de criar um
núcleo com diversas organizações e parceiros estratégicos visando o
desenvolvimento das comunidades locais, a Alcoa criou e apoia o Instituto
Juruti Sustentável (IJUS). Há uma década, a instituição, que possui aportes e
convênios próprios, tem demonstrado sua importância para o município de Juruti
e entorno, através do apoio a projetos, programas e ações para a comunidade
local.
Um estudo divulgado em julho detalha a
relação entre a comunidade local, incluindo o poder público, empresas e a
sociedade civil, e a Alcoa e a importância da busca pelo diálogo como base para
contorno dos desafios. “Esse artigo objetivou fazer um estudo de caso do IJUS,
que nasce da iniciativa de responsabilidade social da empresa mineradora,
detalhando seu processo histórico, desafios, aprendizados, amadurecimento, até
seu momento atual”, explica Elber Diniz, secretário executivo do Instituto
Juruti Sustentável.
Desenvolvimento
A IJUS mostrou resultados promissores
para o desenvolvimento de Juruti, principalmente focado no diálogo
horizontalizado entre as organizações e as comunidades locais, criando um
ambiente real de soluções. A principal ferramenta é o programa de financiamento
para a seleção de projetos e organizações para execução. Como resultado, foi
gerado apoio a projetos de música e dança ajudando 300 jovens que encontram
alternativas produtivas à ociosidade e às drogas; 150 mulheres se tornaram
líderes femininas na luta pela redução da violência contra as mulheres e 70
mulheres vítimas de violência doméstica foram apoiados e treinados em
empreendedorismo e geração de renda.
No setor agrícola, 20 hectares de sistema
agroflorestal foram implantados com o
objetivo de recuperar áreas e de gerar renda e 20 jovens agricultores começaram
a fornecer produtos para compras governamentais. Uma unidade de processamento
de frutas visando melhorar a qualidade dos produtos do agricultor familiar foi
construída; e outra de produtos de banana foi construída para gerar trabalho e
renda para 20 mulheres. Quanto à produção de abelhas , vinte pessoas receberam apoio
e treinamento para conservação da biodiversidade e geração de trabalho e renda,
entre outras ações.
Desde 2020, o IJUS, com o apoio da
Alcoa, tornou-se um membro da Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA), de ação
coletiva do setor privado para promover novos modelos de desenvolvimento sustentável
na Amazônia. A PPA visa identificar e desenvolver soluções para a conservação
da biodiversidade e dos recursos naturais da região, além de garantir a
qualidade de vida das comunidades. “O desenvolvimento sustentável requer um
trabalho conjunto, responsável e transparente. Além disso, as parcerias são
fundamentais para desenvolver ações na Amazônia, pois podemos fortalecer as que
já tínhamos e ampliar para organizações de referencial global”, detalha Diniz.
O secretário destaca, também, que a autonomia da comunidade é fundamental para
o desenvolvimento sustentável.
Como resultado da atuação do IJUS e do
reconhecimento de sua importância para o território, em 2017, o Ministério da
Justiça qualificou o IJUS como Organização Social de Interesse Público (OSCIP)
e, em 2020 o Estado do Pará também a qualificou como Interesse do Estado.
“Ambas as qualificações abrem oportunidades futuras para o IJUS realizar ações
diretas com parcerias e recursos das esferas Federal e Estadual”, explica
Diniz.
Próximos passos
Pensando no futuro, o Instituto está em
constante evolução. “Neste momento está integrando uma nova carteira no Fundo,
que é o Banco Juruti Sustentável – BANJUS que visa apoiar negócios sustentáveis
em Juruti, e sem dúvida, inaugurar uma nova fase do desenvolvimento sustentável
nunca experimentada no interior da Amazônia beneficiando mais de duas mil
pessoas”, projeta Diniz.
O IJUS planeja, também, estabelecer
agenda 2030 e observatório de indicadores, além de promover práticas adequadas
de manejo e produção sustentável. Esse material pode, inclusive, apoiar outras
organizações que desejam atuar na Amazônia com responsabilidade socioambiental.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
Concurso elege garoto e garota Juruti Velho 2022.
sábado, 3 de dezembro de 2022
Escola Municipal ganha nova sala de informática na Vila Muirapinima.
sábado, 26 de novembro de 2022
Vila Muirapinima é contemplada com o programa wi-fi Brasil.
O Wi-Fi Brasil, programa do Governo Federal em parceria com a Telebras (Telecomunicações Brasileiras), está sendo implantado nas comunidades rurais.
O programa pretende garantir o acesso à internet gratuita onde o acesso é fraco ou que, porventura, ainda não exista.
Na região de Juruti Velho 5 pontos foram contempladas, onde há energia 24 horas, sendo 3 pontos na Vila Muirapinima, uma Comunidade do Pompom e uma na comunidade Galiléia. A primeira antena já está instalada no Núcleo de convivência na Vila Muirapinima com sinal de até 200 metros de distância, outros dois pontos na Vila Muirapinima ainda a serem definidos.
Para garantir a conectividade a comunidades em situação de
vulnerabilidade, o programa possui duas modalidades: uma delas é a instalação
de antenas e roteadores em escolas, unidades de saúde, assentamentos, dentre
outros locais; enquanto a outra oferece antena para instalação em praça pública
e livre acesso.
sexta-feira, 25 de novembro de 2022
CRAS: A iniciativa que garante reabilitação de animais silvestres em Juruti (PA).
Parceria entre Alcoa e Prefeitura viabiliza atendimentos para animais
encontrados na área urbana do município e na Área de Proteção do Lago Jará.
Uma moderna unidade especializada para o atendimento e
recuperação de animais de pequeno, médio e grande portes. Assim é o Centro
de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) sediado em Juruti, município do
oeste do Pará. Em funcionamento há 2 anos, o CRAS faz parte de um sistema de
gestão e conservação da flora e fauna na área da mineração da Alcoa, empresa
que atua na exploração de bauxita e que atendeu 1.173 animais.
Em maio de 2022, a mineradora e a Prefeitura de Juruti, por meio
da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), assinaram Termo de Parceria
expandindo os atendimentos do Centro. A Secretaria passou a ser responsável
pelo processo de triagem e posterior encaminhamento à unidade especializada da
Alcoa para atender também os animais silvestres encontrados na área urbana do
município e na Área de Proteção do Lago Jará.
Animais vítimas de maus tratos ou debilitados, possuem
prioridade nos atendimentos. “Ao identificar um animal silvestre nessas
condições, a população entra em contato diretamente com a Semma. Após
acionada, a Secretaria fará todo o processo de triagem e o encaminhará ao
CRAS”, explica a supervisora de Biodiversidade da Alcoa Juruti, Susiele Tavares.
O CRAS conta com uma equipe de oito colaboradores em regime de
plantão, com duas pessoas em cada turno: uma médica veterinária e um auxiliar,
o que assegura o funcionamento 24 horas. Sua estrutura é composta por sala de
registro e controle; sala de higienização geral; ambulatório para triagem;
centro cirúrgico, para realização de procedimentos de baixa e média
complexidade; farmácia; sala de nutrição; sala de necropsia; sala de
esterilização e outros 12 recintos.
O centro também realiza parceria com
universidades, para o aproveitamento científico de animais que vem a óbito,
dentre elas a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Campus de Belém, e
a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), em Santarém. Essas universidades
recebem esse material para incorporá-los aos acervos dos seus museus de
zoologia para estudos científicos, como: estudos anatômicos, estudos
necroscópicos, taxidermias e descrição de espécies.
“Atendemos animais que são vítimas de atropelamento tanto na
rodovia, quanto na ferrovia e na área urbana. Os répteis sempre estão à frente
devido ao hábito em se aquecer em locais onde há grande movimentação de
veículos. Alguns, infelizmente, são recebidos sem vida, porém, quando
apresentam boas condições de conservação, eles são triados para o envio às
universidades para incorporá-los aos acervos dos seus museus de zoologia para
estudos científicos desenvolvidos, tais como estudos anatômicos, necroscópicos,
taxidermias e descrição de espécies”, explica a médica veterinária Rafaelle
Santos.
A tecnologia avançada dos equipamentos aliado ao empenho de uma
equipe de profissionais qualificados resulta em maior taxa possível de
sobrevivência dos animais atendidos. Através da aquisição de um aparelho de
ultrassonografia veterinário e um aparelho de radiografia digital portáteis,
houve aumento no percentual de sobrevivência de 63% para 68%.
Campanha
“Animais Eu Protejo”
O funcionário da Alcoa que auxilia no resgate de animais
silvestres é reconhecido pela empresa. Esta é a dinâmica da Campanha “Animal,
Eu Protejo”, provida pela Alcoa, com a finalidade de prevenir incidentes com
animais nas áreas onde a empresa atua em Juruti.
O
colaborador que identificar um animal nessas condições deve avisar a Central de
Comunicação de Emergências (CCE) para que ele seja resgatado e receba o
tratamento adequado. Pode ser pelo ramal 9193, pelo celular (93) 98115-1738 ou
pela faixa 1 do rádio.
Com a
ação, o funcionário ajuda a preservar o meio ambiente e recebe um brinde como
forma de reconhecimento.
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