quarta-feira, 22 de março de 2017

TECNICO EM DIREITO EM JURUTI-VELHO

   No último final de semana 15 à 19 ocorreu a 4ª etapa do curso Técnico em Direito promovido pelas Ir.  Franciscana de Maristela e Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na área de assentamento PAE JURUTI-VELHO, Ministrado pelo Defensor Público Johny Giffoni especialista em Direitos Humanos, sendo uma ação do núcleo de Direito Humanos e ações  estratégicas no que tange a educação de direitos, com o apoio institucional da Defensoria Pública do Estado do Pará. 
  Nessa etapa estudamos                           
 * Direito de família;
* Alimentos;
* Ações de guarda;
* Violência doméstica;
* Direito civil, associações;
* Políticas Públicas ( saúde, educação, meio ambiente, notificações compulsória na educação e saúde)
* Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar.
* Reforma da Previdência ( trabalhador rural)
  Diante dos conflitos com a mineradora e outros projetos desenvolvimentistas nas quais desrespeitam a conversão 169 da OIT  e a constituição que em seu artigo 2° garante a participação dos povos e comunidades tradicionais na formulação, elaboração, excusao e implementação de políticas que venha afetar o modo de vida dessas comunidades, situações trabalhadas com dinâmica de grupo, buscamos construir idéias e soluções de forma alternativas. Foi trabalhado também, através de um júri simulado a possibilidade ou não do trabalho infantil na zona rural.











sábado, 11 de março de 2017

ACORJUVE UM ANO SEM.


            ACORJUVE UM ANO SEM

    Há um ano atrás a atual direção da Acorjuve tomou posse de mais um mandato, de forma suspeita e questionado por muitos, uma vez que, os sócios e sócias presentes na assembleia não representaram 1/3 dos assentados associados, à entidade conforme rege o PARÁGRAFO ÚNICO do estatuto: Para as deliberações a que se referem os incisos II, IV e VII é exigido o voto concorde de 2/3 (dois terços) dos presentes na assembleia, especialmente convocada para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem a maioria absoluta dos associados, ou com menos de 1/3 (um terço) nas convocações seguintes. Uma eleição cercada de indícios fraudulentos, pois não apresentou a lista de associados aptos para participar do pleito eleitoral; não apresentou recibos de quitação de mensalidades dos sócios, associando pessoas na Vila Muirapinima à revelia, ou seja, fora do que rege o estatuto da entidade: CAPÍTULO II DOS ASSOCIADOS no Art. 4º A todo(a) morador(a) tradicional e permanente das comunidades inseridas no território do PAE Juruti Velho, nos termos do artigo 2º deste ESTATUTO, desde que produtor em regime familiar, é garantido o direito de ser admitido como associado desta Associação.
      Parágrafo único: No caso de ser a admissão recusada, caberá recurso à Assembleia Geral. e o Art. 7º São considerados(as) associados(as) efetivos(as), os(as) associados(as) fundadores(as) ou não, que, admitidos(as) na forma deste ESTATUTO, imbuírem-se para consecução dos objetivos da ACORJUVE e contribuírem para as receitas sociais, conforme estabelecido em normas internas, tendo, por isso, plenitude de todos os direitos sociais. Além disso, houve pagamentos de mensalidades e inscrições de novos sócios com os recursos da associação. Se é que pagou? Veremos na prestação de contas de 2016! que por sinal já tá muito atrasada.
QUESTIONAMENTO. De onde o candidato e atual presidente tirou recursos para bancar a campanha, se ele não tem nenhuma geração de renda? O presidente, então candidato, foi apoiado pelo hoje vereador Marison Garcia, que distribuía combustível em sua balsa aos sócios e conselheiros. Provas? Pra quê se todo mundo via!
   Ai você deve perguntar? “Mas o que tem a ver com o título Acorjuve um ano sem?” Já lhe respondo:
   O presidente em sua empreitada desesperada pra barganhar mais um mandato usou de todos os métodos para fazer uma campanha mentirosa e avarenta, realizou Natal sem fome nas 52 comunidades, fez a farra com os recursos da entidade. Induziu a discórdia entre comunitários e causou a divisão entre elas, prometendo poços artesianos, sedes, campos e cozinhas comunitárias, uniformes de time de futebol e etc.
 Você lembra quem fez a distribuição das sextas mínimas, não? O candidato a vereador e atual presidente da câmara. Você sabe de quem foi comprado o gado, não? Você lembra que a assessora de comunicação barrou a fala do candidato a vereador no final da assembleia?
Mas e o título? Pois bem, o título.
                                                        ACORJUVE UM ANO SEM:
*  Sem iniciativas de novos e atuais projetos;
*  Sem conclusão das obras comunitárias (na verdade todas as obras são iniciativas comunitárias e construídas em parcerias com recursos de ambos os lados);
*  Sem pagamento de indenizações que é o caso do técnico de som, que há três anos pediu demissão e até hoje não recebeu sua rescisão contratual,
*  Um ano sem pagar as dívidas da receita federal. *
*  Sem contrato e sem carteira assinada de 14 funcionários  que a Acorjuve mantém, incluindo o assessor jurídico?
*  Um ano sem concluir as casas do projeto habitacional.
*  Um ano sem quitar as dívidas com os fornecedores.
*  Um ano sem pagar os salários dos assessores.
*  Um ano sem o projeto “Costurando Relações”.
*  Uns anos sem Acorjuve sustentável que nem o piloto funciona mais.
*  UM ANO SEM, SEM NADA DE NOVO, SEM NADA MESMO!.
 E o presidente ainda se acha no direito de cobrar ou encurralar o prefeito alegando em reunião que bancou a campanha de Juruti Velho e o HC deixar-se dominar. De onde ele tirou dinheiro pra fazer tal façanha?


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

SÓCIOS BENEFICIÁRIOS DO APOIO A UNIDADE FAMILIAR DA ACORJUVE TEM SEUS DIREITOS USURPADOS.

Sócios beneficiários do Apoio a Unidade Familiar da ACORJUVE tem seus direitos usurpados

A associação das comunidades da região de Juruti Velho todos meses recebem recursos conquistados pelos moradores após uma extensa negociações com a mineradora ALCOA-OMNIA  que explora desde 2009 as jazidas que se estendem em grandes áreas de florestas dentro do PAE Juruti Velho. Contudo, para que o minério começasse a ser extraído, pela primeira vez na história uma empresa de empreendimentos desse tipo, foi obrigada a negociar, foi uma longa e tensa negociação com a entidade representativa dos moradores da região (ACORJUVE), obrigando-se, não apenas às compensações socioambientais previstas na legislação, mas ao pagamento de perdas e danos e participação nos resultados da lavra, a ocupação de 09 dias no porto da comunidade do Capiranga com a participação de moradores de outras regiões.
Desde 2010 os associados, através de uma resolução, vem recebendo 50% deste recurso destinados a associação. Durante estes repasses os beneficiários que deixarem de residir no Assentamento ficam sem receber, e seus benefícios são destinados a outro morador residente, através de sorteios. Isto em discurso do diretor e dos conselheiros em assembléia geral que aconteceu em 2012 centro tabor, porém na prática na maioria das comunidade não acontece desta forma, que é o caso dos sócios beneficiários da Vila Muirapinima. Para que você seja incluído no quadro de sócios beneficiários os critérios são diferentes das demais comunidades, aqui você tem que ser amigo ou aliado ( puxa saco) do diretor administrativo ou do conselheiro mesmo, morando, trabalhando e estudo fora do assentamento tem o privilégio de permanecer recebendo o apoio familiar, vale lembrar que a resolução ampara as ausência justificada na saúde e educação que é prioridade, já os que não são amigos e aliados estes têm seus benefícios cortados após três meses de ausência. A resolução tem como normativa que você seja sócios fundador, esteja morando no assentamento mais de 05 anos e que seja filho de assentados. Na prática isso não acontece.
É hora do conselho tomar ciência dessa arbitragem da direção que faz uso da entidade como se fosse uma extensão de sua casa em que só sua opinião prevalece. Os sócios não apenas da Vila deve tomar pé dessa situação e o conselho que é deliberativo deve fazer seu papel como representante legal dos comunitários associados.






sábado, 4 de fevereiro de 2017

BREVE HISTÓRICO DA PARÓQUIA MISSIONÁRIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
A região geográfica da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, situada na Região de Juruti Velho, Município de Juruti, no Oeste do Pará, compreende atualmente 30 comunidades católicas.
Pelo próprio nome se indica que esta região chamada de Juruti Velho, deu origem ao município de Juruti. Segundo a crônica paroquial de N. Sra. da Saúde.
Inicialmente os índios foram catequizados por missionários Capuchinhos e assim fundaram o que seria o atual município de Juruti em 1818, que esteve sujeito à direção de um missionário com poderes paroquiais O "missionário com poderes paroquiais" dispunha de poderes administrativos equivalentes ao atual cargo de "Presidente da Câmara de Vereadores", o padre Antonio Manuel Sanches de Brito. Possuía uma pequena igreja que havia sido construída pelos índios Mundurucus, da região que em tudo dependia do auxilio da fazenda pública do Pará.
Mas a Igreja de Juruti sempre esteve presente na  vida e na organização do povo da Região de Juruti Velho. Tivemos não somente o apoio dos padres que por aqui passaram, como os franciscanos, mas também no ano 68 com chegada dos padres Pe. Paulo Suess Pe. Pedro Mayr e posteriormente no ano de 1972 Pe. Alfonso e mais tarde Pe. Fernando, o povo desta região foi agraciado com organização das comunidades de base, várias foram às lideranças nativas que se destacaram, ao longo dessa caminhada, como: Manoel Henriques (seu Madunquinha), Manoel das Merces Coelho, Raimundo Marialva, Aida Queiroz, Nilson Queiroz, Silvia Paes, Osmarina Batista Matos, Emelino Ramos na Vila, Armando Picanço e sua esposa Luzia Coelho ( Uxituba), Manoel Sá, Mocambo, Anibal Rocha, Aluilson Rocha de Capitão e tantos outros, Neco Henriques, na Ingrácia, Laurindo, João Batista e Pedro Henriques no Capiranga e outros tantos catequistas em todas as comunidades.
Dois acontecimentos marcaram e fortaleceram a caminhada da região, que foram as Santas missões populares em 1992, que envolveu os missionários de fora e missionários locais, que visitaram praticamente todas as famílias e outro acontecimento foi a celebração do jubileu, no final de 1999 e início de 2000, na praia da fortaleza, celebração da gratidão.
E no ano de 2015, na festa de Pentecostes, na celebração realizada na quadra Pe. Paulo Suess foi feito eleição do nome da área missionária. Vários nomes foram sugeridos, mas o povo escolheu o sagrado Coração de Jesus. Foi relembrado pelo povo que aqui a muitos anos se celebrava o sagrado coração neste região.
As comunidades foram organizadas em áreas para que facilitasse a organização e interação das mesmas.
No ano de 2014, por ocasião de uma reunião de área, na comunidade de São Francisco de Assis, Açai, D. Bernardo se fizera presente e o povo pediu a ele a vinda de padres para morar aqui. D. Bernardo, explicou o processo como seria, primeiro a criação da Área Missionária em preparação para a Paróquia. No ano seguinte veio a boa notícia, viria para região Pe. Emmanuel Pereira de Andrade para assumir a Área Missionária e iniciar a organização para a futura paróquia. E no dia 03 de janeiro de 2016, fora instalada a área Missionária Sagrado Coração de Jesus. Pe. Emmanuel continuou trabalhando com as comunidades e lideranças para a organização da Paróquia, e no dia da inauguração da casa Paroquial, foi dado a boa noticia, de que viria para cá uma Ordem religiosa, os padres do Sagrado Coração de Jesus, os Dehonianos. Em maio de 2016 chegou para conviver e conhecer a nossa região Pe. Benedito ..... Assim, nossa área foi dando passos, com a ajuda imprescindível das Irmãs Franciscanas de Maristella, especialmente apoio para construção da Casa Paroquial e Secretaria Paroquial. As Irmãs têm ajudado também nas outras comunidades na construção de capelas e na formação de lideranças;
E dia 4 de fevereiro de 2017,  agradecidos por este sonho realizado elevamos os nossos corações em louvores e preces a Deus, por mais este passo da vida comunitária e organizacional das nossas comunidades, paróquia e Diocese, que é a instalação da Paroquia Missionária do Sagrado Coração de Jesus.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Festividade de São Sebastião Juruti-Velho

      A festividade de São Sebastião se iniciou na Vila de Juruti-Velho em 1945 trazida da comunidade do Bom Remédio ao lado do Itaborarí as margens do rio Amazonas pelo promesseiro e morador já falecido João da Mata Natividade e hoje já comandado por seus filhos, netos e familiares, esse evento socialreligioso atrai visitantes das cidades vizinhas e circunvizinhas
Dia 11 à 17 festa religiosa,
esse ano de 2017 saiu da igreja Santa Clara até a sede de São Sebastião, como de costume o levante de mastro dos promesseiros e a ladainha todas as noites em seguida a procissão seguiu até à igreja matriz Nossa Senhora da Saúde para a Santa missão.

18/01 festa social dos visitantes
Banda Savana da cidade de Oriximiná .

19/01 - banda Fuzuê da cidade de Parintins.


20/01 pré show com bandas locais e a atração da noite Rabo de Vaca da capital Amazonense.

pra finalizar a festividade vem a derrubacao dos mastros a partir das 6:30 AM do dia 21.

sábado, 14 de janeiro de 2017

POR QUE PRESIDENTE DA ACORJUVE INSISTEM EM INDICAR EX TÉCNICO DA ASSOCIAÇÃO A SECRETARIA DE PRODUÇÃO?

PRESIDENTE DA ACORJUVE INSISTEM EM INDICAR EX TÉCNICO DA ASSOCIAÇÃO A SECRETARIA DE PRODUÇÃO
presidente decadente da ACORJUVE tenta de toda forma indicar o ex-técnico agrícola Agostinho Guimarães para ocupar a vaga na secretaria municipal de produção. O técnico em questão passou 5 anos na assessoria e na administração do Projeto Acorjuve Sustentável  do PAE JURUTI-VELHO, projeto este idealizado pelas Irmãs Franciscana de Maristella, que na época contribuíam na assessoria da associação. O que era pra ser um projeto de sustentabilidade para as famílias do assentamento tornou-se “SUSTENTADO” e com gastos fora de controle como apresentado em prestação de contas anual da entidade. O projeto que tinha as técnicas de criação de peixe em gaiola e de galinhas semiconfinadas hoje só existi no papel, as gaiolas em sua grande maioria encontram-se em terra ou foram desmanchadas, o projeto de galinhas poucos comunitários tiveram acesso em sua grande maioria na comunidade Galileia que na época era base eleitoral do presidente ( resta saber as razões, talvez uma delas era a exploração de madeira denunciada pelo ex-conselheiro daquela comunidade que chegou a ser humilhado em público pelo presidente da associação) outro sinal de incompetência técnica foi o acesso desenfreado dos  créditos do PRONAF que os agricultores até hoje aguardam o acompanhamento do técnico da associação. 
AGORA FICA AS SEGUINTES PERGUNTAS 
1ª-  Por que o Gerdenor insiste em tornar Agostinho secretário do município? Teria ele prometido este cargo como recompensar por ter conseguido empréstimos para pagar dívidas da ACORJUVE?
2ª- Por que o prefeito HC não define quem será o secretário? Por acaso tem algum compromisso eleitoral com Gerdeonor, ou tem alguma dívida de campanha?

 EM RELAÇÃO AO TÉCNICO: 
1ª – Já que o  Gerdeonor insiste em dizer que ele é uma indicação de Juruti Velho como explicar se até hoje não ouve uma assembleia para tal escolha, como foi feito com Antonio Marcos e o Eraldo na gestão passada?
2ª - Por que a região escolheria uma pessoa que não teve competência de gerenciar um projeto para 52 comunidades, teria competência para gerir um município falido? 
3ª - Quem afinal estar indicando o técnico Agostinho para este cargo? Uma pergunta que é pertinente. 
4ª - Se é uma indicação é pelas  lideranças de Juruti Velho porque nem os 52 conselheiros e os presidentes de comunidades não foram consultados? 
5ª - Que interesse tem o Gerdeonor em tornar Agostinho secretario? 
¨6ª - O que dar autonomia ao Gerdeonor a desacatar a autoridade do prefeito? Estaria ele empolgado por causa da eleição de vereador que ele brada aos quatro ventos ter eleito? As pessoas não atentaram para o seguinte, ele não conseguiu eleger ninguém, o maior número de votos que o vereador recebeu na região foi na Vila Muirapinima “zona eleitoral” do Marisson, pois é onde estão seus familiares, afetos e boa parte dos eleitores egressos do PMDB para o PT. 
Estaria ele confiante por causa da eleição para mais um mandato para a falida e endividada associação? 
Outra falta de atenção. Não ouvi uma eleição democrática e estatutária, pois  ele não foi eleito nem por maioria simples, já que o número de sócios presentes na assembleia eleitoral não chegou a uma terça parte de associados.
O grupo que hoje acompanha o presidente da associação não representa ninguém, pois não tem liderança e não são formadores de opinião.
 Os associados precisam estar mais atenta aos sinais e ajudar alguns conselheiros a organizar a desordem na associação.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

DIRETOR DA ACORJUVE CONDUZ ENTIDADE A DECADÊNCIA E TENTA INDICAR SECRETÁRIO (A) DE EDUCAÇÃO EM JURUTI



      
 DIRETOR DA ACORJUVE CONDUZ ENTIDADE A DECADÊNCIA E TENTA INDICAR SECRETÁRIO (A) DE EDUCAÇÃO E OUTRAS SECRETARIAS EM JURUTI.

O diretor da ACORJUVE, não é capaz de administrar a entidade e tenta ditar regras para o governo de Henrique Costa e West Lima em Juruti-PA, na perspectiva de indicar secratário(a) de educação e de outras secretarias que façam parte de seu grupo de corrupção e tenta buscar uma justificativa para convencer a população jurutiense com motivos sórdidos como por exemplo denegrir mais uma vez a imagem das irmãs de Franciscanas de Maristella, dizendo que as mesmas irão fazer a lotação nas escolas da região de juruti-Velho, caso o Jonas Moraes fosse indicado secretario de educação, como forma de manipular as pessoas que ele prometeu emprego para que votasse no candidato a vereador que ele apoiou.

      Será que o mesmo vai conseguir o domínio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO? Ou vai investir utilizando recurso da ACORJUVE para comprar vereadores e manter também o domínio no Legislativo?

     Por tanto, quem não é capaz de administrar a ACORJUVE que está em plena decadência na região de juruti-Velho que atualmente possui uma dívida em torno de 4 milhoes de reais, na RECEITA FEDERAL, no INCRA e fornecedores, inclusive já foi exposto um parecer do conselho fiscal da ACORJUVE limitando os excesso de gastos, jamais será capaz de administrar UMA SECRETARIA MUNICIPAL.

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