quinta-feira, 4 de maio de 2017

VAMOS FALAR DE ACORJUVE?

VEJAMOS!!!
Em relação a prestação de contas do ano passado foi aprovada pelos conselheiros por unanimidade, certo? Certo.
 Os sócios e sócias na assembleia sem compreender quase nada do que é apresentado na prestação de contas também aprovou, certo? Certo.
Tá, então estar tudo certo com as contas da Acorjuve? Não, não estar tudo certo com as contas da ACORJUVE!!!
Primeiro como explicar o empréstimo de 250 mil reais feito o ano passado. Não foi questionado. Desde 2010 as contas da associação é aprovada pelo conselho com ressalvas. Duas eleições de diretoria e gastos exorbitantes foram feitos e de nenhuma foi solicitado prestação de contas nem pelo conselho, nem pelos sócios e muito menos pelo ministério público. Por que não foi? Vejamos a omissão estar em todos os níveis. No conselho por que ele é o órgão da associação com respaldo para fiscalizar e deliberar as ações da diretoria da entidade, mas se submetem aos desmandos do ditador ops! Diretor administrativo, digo A D M I N I S T R A T I V O, não o dono, pois a associação não deveria ter um dono. Por falar em diretor, ele sempre fala que na associação há democracia, mas você sabia que ele já expulsou secretárias isso com apoio de demais diretores subserviente? Uma foi feito reunião e deu o prazo de um dia para não aparecer mais na sede. A outra vez carta e tudo. Vamos voltar as contas, pois é este o assunto em destaque. Sócios e sócias, por acaso alguém lembra dos jurus do recurso que iria ser repassado aos sócios? Alguém lembra do recurso do pedágio da madeira transportada pelo PAE Juruti Velho que o madereiro retirou da região da plano de manejo de mentira do IDEFLOR? Alguém lembra do dinheiro da madeira do pátio da mineradora vendida para o madeireiro de Juruti? (não vou citar nomes). Não né? ninguém lembra, pois ninguém fala. (falado na reunião no JAMACHI)
Gente vamos acordar, chega de pensar que estar tudo bem, pois não estar. Chega de pensar que R$ 300,00 reais chega em nossas mãos porque uma pessoa conquistou, não foi, isso foi luta de todos, pessoas e entidades.
    É hora de cobrar o que é de todos e não de meia dúzia de pessoas que bate palmas aos desmandos que vem acontecendo na associação.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.

Hoje já são 26 de abril e a assembleia de prestação de contas do Acorjuve ainda não foi realizada. Porque ainda não foi? O que falta se mensalmente o diretor de finanças tem a obrigação e responsabilidade de entregar as notas do mês anterior até o 10º dia útil do mês a coordenação do conselho fiscal? Como o diretor administrativo vai justificar os empréstimos que chegam em torno de 600 mil? Quem autorizou estes empréstimos e em que foi usado o recurso? Como este mesmo diretor vem se mantendo se ele não tem recursos próprios e hoje não tem autorização para gerenciar as finanças da Acorjuve, pois o grupo gestor é quem tem feito este trabalho?
Perguntas que devem estar em pauta no dia da assembleia. Quem autorizou senhor diretor de finanças a fazer empréstimos?
Quais documentos comprovam que este dinheiro foi para a associação?
Como este dinheiro foi usado se as ajudas de custos paras as comunidades estão suspensas?
Já passou da hora de pedir uma auditoria nas prestações de contas da entidade.

terça-feira, 25 de abril de 2017

TÉCNICOS DA SEDUC ESTÃO EM JURUTI-VELHO VERIFICANDO A DEMANDA DO ENSINO MÉDIO NA REGIAO.

   Uma equipe de técnicos da SEDUC, composta por quatro professores, incluindo a professora Suely Dumont, coordenadora de matrículas da rede estadual Ensino, também estavam presentes o prof.° Aldrin Marturano da Escola Sede, o prof.º Aleilson Vidinha e o vereador Marisson Garcia. Onde a professora Sueli falou um pouco sobre a a legislação de ensino, documentação, regularização e autorização de escolas e parabenizou a gestora Valcinete Garcia e toda sua equipe de colaboradores pela atuação e organização da documentação escolar.    A equipe vai ficar até o dia 2 de maio, com o objetivo de fazer o levantamento da demanda de alunos para o Ensino Médio, como: a logística de transporte escolar, merenda escolar e corpo docente para a implementação do Ensino regular em Juruti. Daqui seguem para a comunidade da Galileia e provavelmente irá à comunidade do Uxituba.Vale lembrar que a região de juruti-velho possuem profissionais qualificados para atuarem no Ensino Médio e promoverem uma educação de qualidade para os educandos, pois os mesmos conhecem a realidade da região e as diversidades existentes e certamente cumprirão com uma das metas da educação em nosso país, que é formar cidadãos livres, autônomos com visão crítica e agentes de sua própria história.   O povo de Juruti-Velho agradece a equipe da SEDUC que pela 1ª vez está vindo à nossa região para verificar de perto a realidade da clientela escolar do Zenita, sabe-se que essa conquista é de todos, é do resultado dessa parceria, dessa união. O segundo passo é lutar pela construção do prédio escolar. Vamos continuar orando pra que tudo dê certo.Essa Vitória é de todos. Breve teremos notícia oficial do início do ano letivo.👏👏👏👏👏


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Ensino Médio na Região de Juruti Velho.

Pais e alunos do Ensino Médio da vila Muirapinima aguardam dia 17 de abril do ano em curso a visita dos técnicos da SEDUC . Visto que no dia 09 de março  o Conselho Escolar da Escola Estadual Prof. Zenita Freitas de Matos realizou uma reunião com a comunidade escolar para tomar providências sobre o início das aulas na referida escola, sendo que são mais de 900 alunos que aguardam ansiosos o início do ano letivo. A Comunidade escolar decidiu enviar um ofício para o atual Gestor Municipal e não havendo resposta para o Conselho Escolar oficialmente até o momento. Entretanto no dia 11 do mesmo mês as comunidades católicas da região de Juruti Velho estiveram reunidos na comunidade do Surval em um evento promovido pelo STR de Juruti e contou com a presença do vereador Mário Itia, onde foi entregue um documento solicitando que o mesmo representasse na Câmara Municipal de Juruti e região de Juruti Velho e entre as solicitações o Ensino Médio Regular foi prioridade é assunto de pauta da reunião.
Após essa solicitação o vereador encaminhou ofício em conjunto com seus pares vereadores para o Governo do Estado e ofereceu como notícia de fato no MPE.
A Comunidade aguarda o início das aulas que possuem profissionais local qualificados para atuarem no Ensino Médio e promoverem uma educação de qualidade para os educandos, pois os mesmos conhecem a realidade da região e as diversidades existentes e certamente cumprirão com uma das metas da educação em nosso país, que é formar cidadãos livres, autônomos com visão crítica e agentes de sua própria história.
Portanto a região de Juruti Velho agradece a todos que contribuem de forma positiva para efetivação das políticas públicas para a população jurutiense de forma transparente, responsável e honesta.



quarta-feira, 22 de março de 2017

TECNICO EM DIREITO EM JURUTI-VELHO

   No último final de semana 15 à 19 ocorreu a 4ª etapa do curso Técnico em Direito promovido pelas Ir.  Franciscana de Maristela e Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na área de assentamento PAE JURUTI-VELHO, Ministrado pelo Defensor Público Johny Giffoni especialista em Direitos Humanos, sendo uma ação do núcleo de Direito Humanos e ações  estratégicas no que tange a educação de direitos, com o apoio institucional da Defensoria Pública do Estado do Pará. 
  Nessa etapa estudamos                           
 * Direito de família;
* Alimentos;
* Ações de guarda;
* Violência doméstica;
* Direito civil, associações;
* Políticas Públicas ( saúde, educação, meio ambiente, notificações compulsória na educação e saúde)
* Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar.
* Reforma da Previdência ( trabalhador rural)
  Diante dos conflitos com a mineradora e outros projetos desenvolvimentistas nas quais desrespeitam a conversão 169 da OIT  e a constituição que em seu artigo 2° garante a participação dos povos e comunidades tradicionais na formulação, elaboração, excusao e implementação de políticas que venha afetar o modo de vida dessas comunidades, situações trabalhadas com dinâmica de grupo, buscamos construir idéias e soluções de forma alternativas. Foi trabalhado também, através de um júri simulado a possibilidade ou não do trabalho infantil na zona rural.











sábado, 11 de março de 2017

ACORJUVE UM ANO SEM.


            ACORJUVE UM ANO SEM

    Há um ano atrás a atual direção da Acorjuve tomou posse de mais um mandato, de forma suspeita e questionado por muitos, uma vez que, os sócios e sócias presentes na assembleia não representaram 1/3 dos assentados associados, à entidade conforme rege o PARÁGRAFO ÚNICO do estatuto: Para as deliberações a que se referem os incisos II, IV e VII é exigido o voto concorde de 2/3 (dois terços) dos presentes na assembleia, especialmente convocada para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem a maioria absoluta dos associados, ou com menos de 1/3 (um terço) nas convocações seguintes. Uma eleição cercada de indícios fraudulentos, pois não apresentou a lista de associados aptos para participar do pleito eleitoral; não apresentou recibos de quitação de mensalidades dos sócios, associando pessoas na Vila Muirapinima à revelia, ou seja, fora do que rege o estatuto da entidade: CAPÍTULO II DOS ASSOCIADOS no Art. 4º A todo(a) morador(a) tradicional e permanente das comunidades inseridas no território do PAE Juruti Velho, nos termos do artigo 2º deste ESTATUTO, desde que produtor em regime familiar, é garantido o direito de ser admitido como associado desta Associação.
      Parágrafo único: No caso de ser a admissão recusada, caberá recurso à Assembleia Geral. e o Art. 7º São considerados(as) associados(as) efetivos(as), os(as) associados(as) fundadores(as) ou não, que, admitidos(as) na forma deste ESTATUTO, imbuírem-se para consecução dos objetivos da ACORJUVE e contribuírem para as receitas sociais, conforme estabelecido em normas internas, tendo, por isso, plenitude de todos os direitos sociais. Além disso, houve pagamentos de mensalidades e inscrições de novos sócios com os recursos da associação. Se é que pagou? Veremos na prestação de contas de 2016! que por sinal já tá muito atrasada.
QUESTIONAMENTO. De onde o candidato e atual presidente tirou recursos para bancar a campanha, se ele não tem nenhuma geração de renda? O presidente, então candidato, foi apoiado pelo hoje vereador Marison Garcia, que distribuía combustível em sua balsa aos sócios e conselheiros. Provas? Pra quê se todo mundo via!
   Ai você deve perguntar? “Mas o que tem a ver com o título Acorjuve um ano sem?” Já lhe respondo:
   O presidente em sua empreitada desesperada pra barganhar mais um mandato usou de todos os métodos para fazer uma campanha mentirosa e avarenta, realizou Natal sem fome nas 52 comunidades, fez a farra com os recursos da entidade. Induziu a discórdia entre comunitários e causou a divisão entre elas, prometendo poços artesianos, sedes, campos e cozinhas comunitárias, uniformes de time de futebol e etc.
 Você lembra quem fez a distribuição das sextas mínimas, não? O candidato a vereador e atual presidente da câmara. Você sabe de quem foi comprado o gado, não? Você lembra que a assessora de comunicação barrou a fala do candidato a vereador no final da assembleia?
Mas e o título? Pois bem, o título.
                                                        ACORJUVE UM ANO SEM:
*  Sem iniciativas de novos e atuais projetos;
*  Sem conclusão das obras comunitárias (na verdade todas as obras são iniciativas comunitárias e construídas em parcerias com recursos de ambos os lados);
*  Sem pagamento de indenizações que é o caso do técnico de som, que há três anos pediu demissão e até hoje não recebeu sua rescisão contratual,
*  Um ano sem pagar as dívidas da receita federal. *
*  Sem contrato e sem carteira assinada de 14 funcionários  que a Acorjuve mantém, incluindo o assessor jurídico?
*  Um ano sem concluir as casas do projeto habitacional.
*  Um ano sem quitar as dívidas com os fornecedores.
*  Um ano sem pagar os salários dos assessores.
*  Um ano sem o projeto “Costurando Relações”.
*  Uns anos sem Acorjuve sustentável que nem o piloto funciona mais.
*  UM ANO SEM, SEM NADA DE NOVO, SEM NADA MESMO!.
 E o presidente ainda se acha no direito de cobrar ou encurralar o prefeito alegando em reunião que bancou a campanha de Juruti Velho e o HC deixar-se dominar. De onde ele tirou dinheiro pra fazer tal façanha?


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

SÓCIOS BENEFICIÁRIOS DO APOIO A UNIDADE FAMILIAR DA ACORJUVE TEM SEUS DIREITOS USURPADOS.

Sócios beneficiários do Apoio a Unidade Familiar da ACORJUVE tem seus direitos usurpados

A associação das comunidades da região de Juruti Velho todos meses recebem recursos conquistados pelos moradores após uma extensa negociações com a mineradora ALCOA-OMNIA  que explora desde 2009 as jazidas que se estendem em grandes áreas de florestas dentro do PAE Juruti Velho. Contudo, para que o minério começasse a ser extraído, pela primeira vez na história uma empresa de empreendimentos desse tipo, foi obrigada a negociar, foi uma longa e tensa negociação com a entidade representativa dos moradores da região (ACORJUVE), obrigando-se, não apenas às compensações socioambientais previstas na legislação, mas ao pagamento de perdas e danos e participação nos resultados da lavra, a ocupação de 09 dias no porto da comunidade do Capiranga com a participação de moradores de outras regiões.
Desde 2010 os associados, através de uma resolução, vem recebendo 50% deste recurso destinados a associação. Durante estes repasses os beneficiários que deixarem de residir no Assentamento ficam sem receber, e seus benefícios são destinados a outro morador residente, através de sorteios. Isto em discurso do diretor e dos conselheiros em assembléia geral que aconteceu em 2012 centro tabor, porém na prática na maioria das comunidade não acontece desta forma, que é o caso dos sócios beneficiários da Vila Muirapinima. Para que você seja incluído no quadro de sócios beneficiários os critérios são diferentes das demais comunidades, aqui você tem que ser amigo ou aliado ( puxa saco) do diretor administrativo ou do conselheiro mesmo, morando, trabalhando e estudo fora do assentamento tem o privilégio de permanecer recebendo o apoio familiar, vale lembrar que a resolução ampara as ausência justificada na saúde e educação que é prioridade, já os que não são amigos e aliados estes têm seus benefícios cortados após três meses de ausência. A resolução tem como normativa que você seja sócios fundador, esteja morando no assentamento mais de 05 anos e que seja filho de assentados. Na prática isso não acontece.
É hora do conselho tomar ciência dessa arbitragem da direção que faz uso da entidade como se fosse uma extensão de sua casa em que só sua opinião prevalece. Os sócios não apenas da Vila deve tomar pé dessa situação e o conselho que é deliberativo deve fazer seu papel como representante legal dos comunitários associados.






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